Dupla revive Primeiro Impacto e transforma arma do SBT na maior preocupação da Record

Primeiro Impacto

O Primeiro Impacto, telejornal do SBT, está passando por uma transformação que tem tirado o sono da concorrência, especialmente da Record.

Na emissora de Silvio Santos, um time de jornalistas se dedica a reportagens especiais e investigativas que já estão sendo chamadas internamente de ‘o terror das manhãs da Record.

A estratégia, que envolve apurações exclusivas e denúncias de grande repercussão, tem impulsionado o programa e gerado resultados concretos.

A equipe por trás dessa nova fase conta com nomes como Mariana Pontes, Marcão do Povo, Christian Mendes, Vinícius Rangel e Mariana Ferreira.

Eles têm focado em matérias que vão além do factual do dia a dia, exigindo semanas de apuração e investigação aprofundada.

Entre os sucessos recentes estão reportagens sobre a Cracolândia, um traficante que usava máscara para vender drogas e o intrigante ‘muro do tráfico’.

Mas o que tem gerado tanto impacto?

O segredo parece estar na profundidade das reportagens e no impacto real que elas causam.

Uma das matérias que mais chamou a atenção foi a investigação sobre supostas irregularidades envolvendo médicos do SAMU de Itapevi, na Grande São Paulo.

Com imagens exclusivas, o Primeiro Impacto mostrou profissionais se ausentando do trabalho para frequentar outros locais.

A reportagem não só registrou um pico de 4,2 pontos de audiência na Grande São Paulo, como também resultou no afastamento dos funcionários citados, provando que a iniciativa vai muito além da cobertura policial tradicional.

O engajamento de diferentes áreas do Jornalismo do SBT também tem sido fundamental.

Equipes de edição de texto, imagem e arte têm dedicado mais tempo à finalização dos materiais, criando vinhetas e elementos gráficos que diferenciam essas produções especiais.

Embora não seja um departamento formal, essa força-tarefa dentro do Primeiro Impacto já construiu uma identidade própria e promete novas investigações em andamento.

A expectativa é que o jornal solidifique sua posição como uma aposta forte da emissora para as manhãs.

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mariaclara

Maria Clara é jornalista formada pela Universidade Federal de Pernambuco. Passei por redações de jornais produzindo notícias para os portais, fiz gerenciamento de redes e já fui a campo como repórter de rua em emissoras de televisão aberta. Instagram: @clarajordao_