Esposa de William Bonner surpreende ao mostrar âncora em karaokê

William Bonner
Esposa de William Bonner mostrou o famoso soltando a voz (Imagem: Reprodução / Instagram)

Esposa de William Bonner, Natasha Dantas usou o seu perfil do Instagram para mostrar um momento que pouca gente já viu do jornalista. Nesta segunda-feira (11), ela e compartilhou um vídeo em que o âncora aparece cantando em um karaokê durante uma festa com a família.

A música escolhida pelo apresentador do Jornal Nacional, da Globo, foi “New York, New York”, de Frank Sinatra. Eles passaram a noite do último domingo (10) se divertindo em um karaokê.

E não foi somente William Bonner que deu um show com o microfone. A filha do âncora com Fátima Bernardes, Bia, também impressionou ao soltar a voz. No vídeo, publicado nos stories, Natasha elogiou: “Uma voz dessas”.

Falando no jornalista, ele fez um relato emocionante sobre o seu amor por carros antigos, recentemente. O âncora do Jornal Nacional contou que se apaixonou por automóveis ainda criança. Segundo ele, o pai chegada do trabalho e ele implorava por passeios “no banco de trás da Vemaguet”.

“Alguns me entendem. Outros não. Meu pai, que não era ligado em carros, me contou muitas e muitas vezes que chegava do trabalho exausto, à noite, e, às vezes, precisava me botar no banco de trás da Vemaguet pra ‘dá-uma-volta-incaio’. Era como ele imitava meu jeito de falar aos 4 anos”, recordou.

“Dizia ele que eu insistia até convencê-lo. Malinha sem alça. E, uma vez a bordo, apagava antes de percorrer as quatro ruas do quarteirão, no Tatuapé, em São Paulo”, comentou. O jornalista disse que “qualquer carrinho de ferro” era motivo de uma imitação “do mesmo ruído de escapamento da Vemaguet”.

“Eu inflava as bochechas, comprimia os lábios e fazia força para expulsar o ar, acompanhado de uma nuvem de perdigotos”, descreveu. “Não sei a origem do meu gosto, minha paixão por automóveis. Não sinto a mesma coisa por motos, nem aviões ou helicópteros. Trens nunca me interessaram. Mas aquela estrutura motorizada sobre 4 pneus era outra conversa”, admitiu. “E o volante”, ressaltou. William Bonner confessou:

“Desde muito pequeno, eu me sentava no banco do motorista do carro do meu pai, na garagem, e viajava ao infinito e além, mãozinhas na direção, a boca sonorizando a aventura, perdigotos em profusão”.

Bonner cantando em sua casa (Imagem: Reprodução / Instagram)

 

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