Ex-BBB Mahmoud explica polêmica em que se envolveu sobre o Talibã

Mahmoud
Ex-BBB Mahmoud quis prestar ajuda através de aplicativo de encontros (Imagem: Reprodução / Instagram)

Entre as postagens preocupadas sobre a situação de Cabul, capital do Afeganistão tomada pelo Talibã, uma declaração de Mahmoud Baydoun no Twitter rendeu críticas negativas.

Em conversa com a coluna de Leo Dias, do Metrópoles, o ex-BBB explicou o que quis falar e garantiu que sua intenção era ajudar. “Eu já fugi de uma guerra. Sei muito bem o que é isso. Jamais faria uma piada sobre este assunto”, afirmou o sexólogo.

“No ano de 2006, o Brasil enviou aviões ao Líbano para resgatar brasileiros e sou grato por tudo isso. Realmente, a minha intenção era a de ajudar e fui mal compreendido”, completou.

Para quem não viu, no Twitter, o também ex-No Limite disparou: “Estou preocupado com os LGBTs do Afeganistão. Mudei a localização do Grindr pra Cabul pra perguntar se alguém precisa de ajuda, mas o app não roda lá. Tenso!”.

Na entrevista ao colunista, Mahmoud esclareceu que quis usar a plataforma, que marca encontros casuais, para prestar auxílio a quem precisasse: “O Grindr é uma rede social! Ele foi feito para as pessoas socializarem, mas todos usam apenas para pu*a*ia”.

“Acho que fui inocente ao falar isso. Não imaginei que seria massacrado. No Twitter, no Facebook, você não consegue mudar a sua localização para encontrar quem está mais próximo de ti. Esse foi o motivo pelo qual eu disse que usaria o aplicativo para ajudar os gays que desejam ajuda para vir ao Brasil”, completou.

“Eu de fato, talvez não conseguisse ajudar ninguém, mas agi com inocência, ingenuidade e boa vontade”, concluiu.

Na própria rede social, ao ver as críticas, Baydoun se defendeu: “‘É um aplicativo de rede social’… antes de ser um serviço de namoro online. É um forma de se comunicar com alguém. Qual é o problema de vocês?!”.

Nos comentários, o ex-brother foi detonado. “Ele tentando justificar só piora”, afirmou uma internauta. “Sim, as pessoas lá vão se arriscar a serem mortas para usarem o aplicativo para se comunicarem. Imagina só eles explicando pros talibãs que o aplicativo não é só pra pegação gay, é pra conhecer também”, disse uma usuária da rede social, que continuou:

“A falta de noção de achar que o mundo inteiro é igual e pior, igual à sua bolha. Sexo sem estar casado é punido lá até para os homens. Sexo gay então é pena de morte. Mas sim, vamos entrar no aplicativo pra conhecer gente e fazer amigos. Vai ser muito legal”.

Da Redação
A Redação do RD1 é composta por especialistas quando o assunto é audiência da TV, novelas, famosos e notícias da TV.  Conta com jornalistas que são referência há mais de 10 anos na repercussão de assuntos televisivos, referenciados e reconhecidos por famosos, profissionais da área e pelo público. Apura e publica diariamente dezenas de notícias consumidas por milhões de pessoas semanalmente. Conheça a equipe.
Veja mais ›