Fabiana Karla revisita Lucicreide na Escolinha do Professor Raimundo deste domingo (3)

Escolinha do Professor Raimundo
Lucicreide (Fabiana Karla) invade a Escolinha do Professor Raimundo neste domingo (3) (Imagem: Divulgação / Globo)

O primeiro episódio do ano da Escolinha do Professor Raimundo vai contar com a visita de Lucicreide, personagem de Fabiana Karla no Zorra Total, entre os anos de 2004 e 2014. A presença da nordestina faz parte da continuação dos trabalhos iniciados nesta temporada, no qual alguns atores revisitam papeis icônicos de sua carreira.

A participação especial de Lucicreide no humorístico seria para pôr em prática um antigo sonho: estudar. Na conversa com Raimundo (Bruno Mazzeo), ela ainda desabafa sobre os dilemas causados pela pandemia. Determinada, ela pergunta à classe se é difícil tirar dez na ‘Escolinha’. Seu Armando Volta (Evandro Mesquita) dá uma dica que acaba mudando os planos da personagem.

Para a humorista, interpretar a personagem na Escolinha é uma realização de um sonho. “Sempre que o Chico Anysio ia a Recife, eu corria atrás dele com uma fita mostrando a Lucicreide. Sempre foi meu sonho vê-la em uma daquelas cadeiras da Escolinha“, revelou.

Fabiana, que dá vida à Dona Cacilda no programa, contou ainda como surgiu o convite para revisitar a Lucicreide. “Neste ano, a Cininha de Paula fez um esforço enorme para que o elenco fechasse com chave de ouro a temporada em nome do Chico Anysio e de toda família dela, em respeito à memória do Professor Raimundo, e de tudo o que significa“.

Cininha foi maravilhosa com todos nós e ofereceu a oportunidade de trazermos esses personagens icônicos. Ela tinha me sugerido interpretar outra personagem, daí eu pedi para fazer a Lucicreide e expliquei a história. Ela generosamente acatou a ideia e entendeu totalmente que era um fechamento de ciclo importante“, complementou.

Ela também comentou sobre a experiência de retornar ao papel. “Assim que eu entrei no set eu não vi mais nada. Eu estava ali, mas parecia que eu não estava ao mesmo tempo, pela grande emoção que tive. Aquilo pra mim parecia um sonho. Como a gente está nesse momento de pandemia, não pode chegar perto um do outro. Quando olhei todos os colegas ali, tão receptivos e queridos, foi quase um abraço coletivo no momento em que a gente está precisando tanto de humor, de um afago“, afirmou.

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