Bruno Gagliasso
Fabíola Reipert deu outra versão para saída de Bruno Gagliasso da Globo (Imagens: Reprodução – Record – Instagram / Montagem – RD1)

Bruno Gagliasso publicou um longo texto no Instagram, confirmando sua saída da Globo após 18 anos de contrato. Segundo o ator, ele optou pelo compromisso por obra para ter mais “liberdade artística”.

Mas no quadro A Hora da Venenosa, do Balanço Geral SP desta quinta-feira (7), Fabíola Reipert trouxe outra versão para a história: a de que a opção pela não-renovação partiu da emissora.

A última novela dele foi ‘O Sétimo Guardião’, que ele foi protagonista. Foi péssimo. Não teve química com Marina Ruy Barbosa, brigou com a Marina por causa da Giovanna Ewbank quando a Marina foi apontada como pivô da separação do José Loreto e da Débora Nascimento”, começou a colunista, destacando as polêmicas acerca da novela de Aguinaldo Silva encerrada em maio deste ano.

Ele tá dizendo que pediu afastamento. […] Agora, o que eu fiquei sabendo, segundo fontes lá da Globo, é que o pessoal que teria conversado e decidido não renovar o contrato dele. Por que não houve interesse em renovar com Bruno Gagliasso? Ele pediu um valor muito alto, eu não sei o valor ainda, se eu descobrir eu falo aqui”, adiantou a jornalista.

Aí, fora isso, várias exigências. Ele pedia folga, vira e mexe ele pedia folga no meio da novela pra ir pra Fernando de Noronha, porque ele tem uma pousada lá. [Ele tem] Vários negócios, ele é sócio de doze empreendimentos. Pedia folga pra fazer campanhas publicitárias. Teve essa briga dele com a Marina Ruy Barbosa, que ficou um climão péssimo lá”, prosseguiu.

Foram avaliando vários pontos e decidiram não renovar. Ele tá dizendo que foi ele que não renovou. Tem dois lados dessa história aí”, concluiu Fabíola Reipert, abrindo a discussão com os colegas de bancada Geraldo Luís e Renato Lombardi.

Este último, aliás, conjecturou a respeito do “novo tempo” citado por Gagliasso em seu post, relacionando o termo às atuais diretrizes do canal, que vem priorizando contratos por obra e no regime de CLT – que implica em mais descontos na folha de rendimentos, deixando contratados antes admitidos como PJ insatisfeitos com a queda nos lucros.

Confira:

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