Fátima Bernardes é aterrorizada ao vivo com várias baratas na Globo: “Eu não merecia”

Fátima Bernardes apresenta o Encontro na Globo (Imagem: Reprodução / Globoplay)

Fátima Bernardes está sempre vivendo situações inusitadas no Encontro, da Globo, e nesta quarta-feira (14), a atração acabou abordando o cardápio da Prova da Comida do No Limite.

Na ocasião, porém, a apresentadora acabou levando um susto ao se deparar com os animais que os participantes teriam que comer, como baratas, e deixou claro que não gostaria de experimentar.

Fátima conversou com Carol Peixinho, que foi a eliminada do jogo na noite anterior, e a ex-BBB contou como foi o desafio de comer as duas baratas de Madagascar vivas, e se mostrou com medo.

Os bichos estavam dentro de várias bandejas cobertas e a apresentadora reagiu: “Ai, não. Que susto. Não vou, não vou mesmo [chegar perto]. Não adianta. Carol, eu vou parar aí do seu lado”.

“Eu vou atravessar o telão, eu não me inscrevi no No Limite, eu não quero nada disso… Eu não vou. Eu tô falando sério, eu já tinha falado pra todo mundo aqui da produção que eu ia passar mal”, explicou.

“Eu ontem [assistindo] quase passei mal vendo em casa, você imagina? Eu não conseguia olhar, ver morder. Vou entrar de férias hoje, acho que eles estão querendo complicar a minha vida”, completou.

“Não merecia isso”, brincou a jornalista, que acabou não comendo nada que os ex-confinados tiveram coragem de colocar na boca.

Dias atrás, Fátima Bernardes cometeu um erro ao falar da diferença entre transexuais e travestis. Tudo começou quando a apresentadora e o psiquiatra Jairo Bouer disseram que ser travesti poderia ser uma “manifestação artística”:

“Quando ele [Jairo] respondia a dúvida de uma professora sobre a diferença entre travestis e transexuais, eu fiz uma observação de que a travesti poderia ser uma manifestação artística. Eu falei isso porque tive muita convivência com a Rogéria e ouvi várias vezes dela que ela não se via sempre como uma mulher, mas que a artista dela se manifestava como uma mulher e que ela se considerava a travesti da família brasileira”.

Porém, um dia depois, ela citou as queixas da comunidade LGBTQIA+ após a fala e disse que foi procurar entender melhor os termos, explicando que “ambas se identificam com uma identidade feminina”:

“Como o comentário gerou uma queixa na comunidade LGBTQIA+, eu fui tentar entender o que precisava ser dito e que não foi dito. Hoje, não se estabelece uma diferença visível entre uma travesti e uma mulher trans, ambas se identificam com uma identidade feminina em todos os momentos da vida, 24 horas por dia, em todas as suas atividades. É diferente daquela pessoa que se monta, que se veste de mulher para apresentar a sua arte, essas são as drag queens.

Fátima Bernardes completou: “Eu fiquei muito feliz em ter tido essa oportunidade para aprender um pouco mais. Foi uma semana muito importante para nós aqui do ‘Encontro’, nós tratamos de vários aspectos e é muito importante para a gente tratar desse tema, tornar isso cada vez mais natural, sempre com respeito a todas as pessoas, independentemente da identidade de gênero, da orientação sexual delas”.

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