A Fazenda 2021: Tati Quebra Barraco defende volta dos shows em tempos de pandemia

A Fazenda 2021
Em A Fazenda 2021, Tati Quebra Barraco defende volta dos shows em tempos de pandemia (Imagem: Reprodução / PlayPlus)

Desde março de 2020, a pandemia da Covid-19 invadiu o Brasil — e o mundo — impondo medidas contra aglomerações sociais, visando impedir o contágio do vírus que é altamente mortal. Mesmo com quase 600 mil mortos desde então, Tati Quebra Barraco não criticou os shows nos tempos de hoje, num papo em A Fazenda 2021.

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O assunto começou graças à Solange Gomes, que entendeu que o reality show da Record é uma grande oportunidade para os artistas: “Dá uma tranquilidade a mais e aproveita aqui o tempo. Lá fora as coisas não estão fáceis, gente. Se aqui está difícil, lá está pior. Trabalho, oportunidade, nossa, as coisas tão bem difíceis”.

Tati fez uma observação sobre a sua carreira: “Ainda mais a gente que ajuda a família. Nosso [caso] é porque trabalha com shows e não tá podendo. Então, a gente vive do Instagram”.

Dynho Alves também lamentou a falta de mais contato com os fãs: “E é o que a gente gosta e ama fazer. Pelo menos o que eu amo fazer é estar em cima do palco fazendo show, cantando e dançando”.

A funkeira lembrou que tem shows acontecendo, mesmo assim, e que só não vai para não ficar queimada com o público: “Pra mim, não criticando, cada um sabe a temperatura da sua panela, mas pra gente não é uma boa. Sai na mídia e queima a gente. Daqui a pouco a gente crê que isso vai passar e a gente fica queimado. Fazer um show que não pode estar fazendo é R$ 50 mil de multa no Rio”.

O namorado de MC Mirella condenou a atitude irresponsável de alguns: “Tem alguns que fazem e tão nem aí”. Tati Quebra Barraco acrescentou: “Tem alguns que fazem e não dá em nada. Tem alguns que fazem e se complicam”.

Solange deixou claro que tem medo de ser contaminada pelo coronavírus e evita contato com muitas pessoas: “Eu não vou pra aglomeração. Eu tenho medo. Tô sendo muito honesta, tá gente?”.

Foi daí que a cantora polemizou a o comparar mercados e transporte público, duas necessidade essenciais, com as apresentações musicais, entretenimento que não é prioritário: “Se for pensar no mercado, é aglomeração total. Pessoal sai pra trabalhar e van e ônibus é lotado. BRT, então, não se fala. Tu vê essas estações de São Paulo do metrô”.

A eterna musa da Banheira do Gugu contra-argumentou: “Lotada! Tati, você concorda comigo que quando tem shows e eventos, as pessoas vão pra lá e ficam sem máscara porque tão bebendo e conversando com os amigos. A probabilidade [de se infectar] é maior, né? Tem isso”.

Tati discordou, repetiu o argumento anterior e ainda relativizou a importância das máscaras: “Mas não é só isso o que eu tô te falando. No mercado, a pessoa até entra de máscara, mas a máscara não quer dizer que você não vai pegar, não, filha”.

Dynho, ao retomar a palavra, apontou o problema desse posicionamento: “As pessoas que estão indo trabalhar com ônibus lotado, metrô e van são as pessoas que não podem parar de trabalhar ou não vai ter comida na mesa”. A carioca se mostrou irredutível: “Você chega no restaurante e come com a máscara?

Confira:

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Matheus Henrique Menezes
Oficialmente redator desde 2017. Experiências como editor e social media. Já escrevi sobre famosos, TV, novelas, música, reality show, política e pauta LGBTI+. Vídeos complementares no YouTube, no canal Benzatheus.
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