Felipe Franco é indiciado por lesão corporal e embriaguez ao volante

Felipe Franco
Felipe Franco foi denunciado pelo Ministério Público (Imagem: Reprodução – YouTube / Montagem – RD1) 

O Ministério Público denunciou o influencer Felipe Franco por dois crimes de trânsito. Segundo informações da colunista Fábia Oliveira, do jornal O Dia, o atleta está sendo acusado de praticar lesão corporal culposa na direção de veículo automotor.

Além disso, o promotor Eduardo Augusto Velloso Roos Neto, da 2ª Promotoria Criminal de Justiça Criminal de São Paulo alega que o empresário “ingeriu bebida alcoólica e assumiu a direção do veículo Mercedes Benz”. Em outro trecho do documento, divulgado pela publicação, o promotor afirma:

“Ocorre que, de forma imprudente, estando em velocidade incompatível com a via, o denunciado ignorou o sinal semafórico existente no local e colidiu com a traseira de um veículo Vw/Voyage, que era conduzido pela vítima Carlos”.

A denúncia foi aceita pela Justiça de São Paulo, através da juíza Maria Paula Cassone Rossi, da 9ª Vara Criminal da Barra Funda, em São Paulo: “Presentes, nos autos do inquérito policial, indícios suficientes de autoria e materialidade, recebo a denúncia“.

A vítima, um taxista que teve seu carro atingido pelo veículo de Felipe, informou em depoimento que o ex-marido de Juju Salimeni estava em um carro Mercedes e colidiu na traseira do táxi. Ele afirma que chegou a ouvir o automóvel derrapando e, ao olhar pelo retrovisor, notou que o mesmo se encontrava em alta velocidade, indo em sua direção. Com o impacto, o táxi foi parar em um poste do outro lado da via.

Dois policiais militares estiveram no local do acidente na ocasião e prestou esclarecimento. Segundo a jornalista, ao delegado Fábio Guedes Rosa, da 96ª DP de Monções, em São Paulo, os policiais contaram que Franco exalava odor etílico e tinha dificuldade de equilíbrio. Enquanto isso, a versão apresentada por Felipe Franco no relatório final da Polícia Civil dizia o seguinte:

“Felipe Souza Murakami de Franco, investigado, alegou que conduzia seu veículo Mercedes pela via dos fatos, em velocidade compatível, quando colidiu a parte dianteira de seu auto com a traseira do veículo Voyage dirigido por Carlos Ferreira, o qual parou num sinal que ficara amarelo. Relatou que, após o acidente, permaneceu no local, sendo questionado por policiais sobre a ingestão de álcool, sendo certo que hesitou em realizar o exame etílico, vez que toma medicação homeopática, o qual entende que pode alterar o resultado do teste. Frisou que concordou em se submeter aos exames clínicos no IML. Por fim, mencionou que tentou fazer um acordo sobre valores cabíveis com Carlos, contudo, não houve sucesso”.

Um amigo do fisiculturista, que também prestou depoimento, “informou que esteve na companhia de Felipe antes do acidente, podendo afirmar que esse não ingeriu bebidas alcoólicas. Narrou que se encontrava no interior do veículo conduzido por Felipe, quando esse não conseguiu frear seu auto e colidiu com a traseira do veículo Voyage, o qual parou repentinamente no sinal amarelo. Esclareceu o depoente que ele próprio portava um copo na ocasião e havia bebido, contudo, Felipe não. Acresceu que Felipe não se submeteu ao teste etílico por ser atleta e ingerir substâncias que poderiam alterar o exame, porém realizou o teste clínico“.

De acordo com Fábia Oliveira, o laudo apresentado pelo taxista mostrou que houve lesão corporal leve. Quanto ao laudo pericial de Felipe apontou que ele não estava na condição de embriagado, mas apresentava sinais indicativos de estar sob efeito de álcool etílico e/ou substâncias psicoativas.

Da Redação
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