Filha de Júlio Cocielo abusa da sinceridade ao pensar sobre possíveis irmãos e encanta web

Júlio Cocielo
Filha de Júlio Cocielo abusa da sinceridade ao pensar sobre possíveis irmãos e encanta web (Imagem: Reprodução / Instagram)

Fruto do relacionamento de 5 anos entre Tata Estaniecki e Júlio Cocielo, nasceu Beatriz, em abril de 2020. A garotinha de 2 anos foi questionada pelo pai se gostava da ideia de ter irmãos e encantou internautas com uma resposta super sincera.

Num vídeo publicado nos Stories do Instagram, o youtuber chegou na pequena e falou: “Precisamos ter uma conversa séria! Depois de você, que é uma criança maravilhosa, a gente quer ter mais um nenenzinho”.

Bia foi sincera ao soltar um sonoro “Não”. Mesmo assim, Cocielo insistiu: “Você quer ter um irmãozinho? E uma irmãzinha?”. A resposta seguiu negativa e só mudou depois que a pergunta foi a seguinte: “E um cachorrinho?”.

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Na rede social, uma pessoa brincou com o que viu: “Visionária! Nada de dividir a herança”. Outra dessas internautas trouxe um relato pessoal: “Meu filho até hoje, prefere gato ou cachorro do que um irmão. Tem 14 anos”. Uma terceira só ficou encantada: “Muito fofinha ela, super desenvolvida… Uma belezura”.

Confira:

Justiça rejeita acusação de racismo contra Júlio Cocielo

O Tribunal de Justiça de São Paulo negou o pedido do Ministério Público, que exigiu uma indenização por dano social de R$ 7,5 milhões do humorista Júlio Cocielo por tweets considerados racistas. A acusação foi motivada por tweets de 2010 a 2018.

Os promotores Eduardo Valério, Bruno Simonetti e Veronica Consolim citaram uma declaração feita na Copa do Mundo de 2018 por Cocielo. Na época, ele escreveu sobre Mbappé, craque da França: “[Ele] conseguiria fazer um arrastão top na praia“.

Em outro momento, em novembro de 2013, segundo os promotores, ele declarou: “Nada contra os negros, tirando a melanina”. Um mês depois, ele disparou: “O Brasil seria mais lindo se não houvesse frescura com piadas racistas. Mas já que é proibido, a única solução é exterminar os negros“.

Segundo o UOL, os desembargadores entenderam que houve prescrição em relação aos tuítes anteriores a março de 2015. O Ministério Público perdeu o prazo previsto em lei para uma acusação do gênero.

Os desembargadores consideraram que a frase “infeliz” não teve a intenção direta de disseminar uma mensagem preconceituosa, “no afã de produzir conteúdo de humor”.

A desembargadora Viviani Nicolau expôs: “Não se ignora que o racismo é um dado histórico da realidade brasileira“. Para ela, “não autoriza” que o comentário do humorista “com comportamentos realmente odiosos”.

O desfecho, portanto, demonstra que Cocielo foi prejudicado pela própria atitude inicial. Seu comportamento posterior demonstra a intenção de remediar a situação causada“, entendeu.

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Matheus Henrique Menezes
Oficialmente redator desde 2017. Experiências como editor e social media. Já escrevi sobre famosos, TV, novelas, música, reality show, política e pauta LGBTQIA+. Vídeos complementares no YouTube, no canal Benzatheus.
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