Flordelis tem objetos para rituais de magia negra expostos por testemunha

Flordelis
Flordelis é acusada de mandar matar o marido (Imagem: Reprodução / Instagram)

A deputada federal e pastora Flordelis, acusada de ter sido a mandante da morte do próprio marido, o pastor Anderson do Carmo, teve novas informações expostas por uma das testemunhas durante o processo.

Segundo o jornal Extra, foi informado que a parlamentar tinha objetos usados para rituais de magia negra em casa. Na época do crime, ela ordenou que seu filho Carlos Ubiraci retirasse tudo dentro de uma mala logo após o assassinato.

Logo depois, Carlos acabou sendo preso, também acusado de envolvimento no crime. Os tais rituais aconteciam no quarto de orações, mas nem todos os integrantes da casa tinham autorização para entrar no cômodo.

“Só algumas pessoas podiam entrar nesses rituais. São (rituais) para acabar casamento, fazer as pessoas ficarem cada vez mais grudadas a ela. Eles não são evangélicos”, disparou uma das testemunhas, que entrou em detalhes.

Ela disse que a religião evangélica foi escolhida por Flordelis porque “era a que dava dinheiro”. Sua igreja está em atividade há mais de 20 anos. “As práticas dessa família são de envolver e manipular psicologicamente as pessoas mais próximas de forma sutil”, entregou a testemunha.

Além disso, um de seus filhos também tudo que sabia sobre o esquema da famosa. Wagner Andrade Pimenta, conhecido como Misael, participou da audiência e, segundo o jornal Extra, revelou que aconteciam vários rituais em casa. “Aquilo não era normal no meio evangélico”, disparou.

“Ela nos passava como uma coisa de Deus, como algo que estava na Bíblia. No início, eu tinha 13 anos. Então acreditei, caí de cabeça. Ela pegava nomes de pessoas que queria que se aproximassem da família e fazia a preparação”, afirmou.

“Ela pegava nomes de pessoas que queria que se aproximassem da família e fazia a preparação. Tinha mel, açúcar e alguidar. Havia orações, pedidos para Deus, mas aquilo não era normal no meio evangélico”, disse ainda.

O jovem falou sobre as coisas que ouviu quando foi morar com ela, que fazia questão de mudar os nomes dos filhos. “Ela falava que era um anjo enviado de Deus. Disse que o Wagner tinha morrido e que o filho espiritual dela tinha nascido, o Misael”, explicou.

Ele também falou sobre como a mãe adotiva começou a se relacionar com Anderson, um dos seus irmãos. “Ele (Anderson) era denominado guardião dela. Eles foram se casar em 1998 porque ela precisava de uma figura paterna na família”, revelou.

“Não havia um pai. Da noite para o dia, eles estavam casados no cartório”, disparou. Em depoimento, Flordelis desmentiu: “Eu não mandei matar meu marido. Jamais faria isso”.

Ela não foi presa porque possui imunidade parlamentar, mas sofre um processo por quebra de decoro na Câmara e pode perder seu mandato. Por enquanto, está usando apenas uma tornozeleira eletrônica.

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