Geisy Arruda confessa que pegou oito pessoas em casa de swing e dá detalhes

Geisy Arruda
Geisy Arruda falou sobre experiência em casa de swing (Imagem: Reprodução / Instagram)

Sem problemas em falar sobre suas aventuras sexuais, Geisy Arruda abriu o jogo e contou que já ficou com oito pessoas de uma só vez em uma casa de swing.

Durante sua participação no podcast Vênus, a influencer contou: “Foi uma noite que não rendeu muito, amiga. Estava fraco naquele dia. Mas no swing a gente meio que não conta… A gente vai vendo assim… É muita rol*, gente, uma fartura muito grande”.

No papo, Arruda ainda foi sincera e falou sobre suas preferências na hora H: “Eu gosto de gente cheirosa. A questão do cheiro do sexo, eu adoro, mas a pessoa tem que ser cheirosa”.

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“[Se] vou beijar o pescoço da mulher tenho que sentir o cheiro do perfume. Tenho que sentir um cheirinho de uma colônia“, explicou.

Geisy Arruda fala sobre bissexualidade

Recentemente, em conversa com o iG, a famosa falou sobre sua orientação sexual: “Quando falamos que gostamos de mulher as pessoas já associam a ménage. Na verdade não, eu já namorei com mulheres, eu já me apaixonei por mulheres”.

“Então não é um fetiche, mas talvez hoje, por causa do meu trabalho, de ser escritora de contos eróticos e de ser um sex simbol, as pessoas acham que eu gosto de ménage. E não necessariamente. As pessoas confundem muito, elas acham que precisa de um homem na relação. Eu sou muito feliz só com uma mulher do meu lado”, afirmou.

“Eu não consigo diferenciar um relacionamento com homem e com mulher, porque é só você seguir seu coração, sentimento, instintos e vontades, então é uma atração mesmo, física, sexual, sentimental. Eu fiquei com vontade de ficar com uma mulher, experimentei, gostei, fiquei muitas e muitas vezes. Quando vejo uma mulher que me atrai ainda tenho borboletas no estômago”, completou.

A escritora ainda recordou: “Minha mãe não ficava feliz por eu estar com uma companheira, ela dizia que não iria ter netos. Todo o preconceito e toda a luta que eu sofri por ser bi, eu passei na minha adolescência e foi dentro de casa, na minha família, para que a minha mãe aceitasse. E demorou muitos anos para que ela entendesse e aceitasse”.

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