Gil do Vigor desabafa sobre ser gay no Brasil e aponta “leis fracas” no país

Gil do Vigor
Gil do Vigor falou sobre a importância da conscientização da diversidade sexual (Imagem: João Cotta / Globo)

Apesar de ser um nome relativamente novo no meio midiático LGBTQIA+, Gil do Vigor já traz muita força para o movimento. Com uma passagem importante sobre visibilidade no BBB 2021, o economista já falou diversas vezes sobre suas dores por tentar apenas ser o que verdadeiramente é.

Em entrevista à Glamour, o ex-brother falou sobre a falta de conscientização e políticas públicas quem possam atual a favor da igualdade desse público.

Ainda há muita carência e limitações“, afirmou o doutorando. “As leis são fracas, não são bem supervisionadas, não temos um amparo pleno que garanta uma fiscalização para os crimes LGBTfóbicos“, pontuou.

“Se miramos, por exemplo, na população trans, a estatística grita, pois somos o país que mais ceifam essas vidas”, ressaltou Gilberto.

Então estamos realmente caminhando? Ou caminhando, mas excluindo e matando?”, questionou o pernambucano, que completou: “É preciso mais conscientização, palestras, propagandas, tudo mais que possa fazer as pessoas despertarem e aprender sobre a diversidade sexual”.

Na conversa, Gil do Vigor ainda deixou um conselho para as pessoas que não conseguem se assumir LGBTQIA+. “Nossos sentimentos são legítimos, pulsantes, mas às vezes não é possível expressar na mesma velocidade que os outros ou que o mundo exige, e está tudo bem. Se olhe com afeto, isso é o mais importante!”, afirmou o famoso.

Vale lembrar que, recentemente, em uma live promovida pelo GNT, o ex-BBB foi questionado sobre sua vida amorosa e contou que está se aproximando de uma pessoa.

“Eu estou conversando com uma pessoa. Já teve uma cachorrada, mas ele está começando a tocar meu coração”, contou ele, que brincou: “Eu gosto de me relacionar com novas pessoas e de me apaixonar. Mas não agora, porque o homem vai ficar irritado”.

Na sequência, o economista abriu o coração sobre a dificuldade que enfrentou para se aceitar: “Depois entendi que sou feliz por ser quem eu sou e foi importante passar por estes processos”.

“Tinha momentos em que eu me comportava abertamente e momentos em que não era. Precisava me fechar dentro de alguns grupos. Eu tinha medo. Mas quando eu estou feliz, eu acabo abrindo. Eu via que as pessoas se incomodavam em momentos de alegria. Em alguns momentos desejei não ter tanta felicidade para não incomodar as pessoas com o meu jeito”, desabafou.

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