Globo muda estratégia para proteger Pantanal de possível fracasso em 2022

Pantanal
Marcos Palmeira vai interpretar José Leôncio, protagonista de Pantanal (Imagem: João Miguel Júnior / Globo)

A Globo adotou uma nova estratégia de gravação para o remake de Pantanal. Com medo de uma possível rejeição do público, o canal uniu o formato anterior à pandemia com a atual fórmula de trabalho.

No novo cronograma, segundo informações do Notícias da TV, a emissora líder de audiência seguirá no Mato Grosso do Sul até dezembro. Por lá será gravado tudo o que for necessário, inclusive as cenas finais que só entrarão no ar no segundo semestre de 2022.

A Globo tinha como meta encerrar as gravações de Pantanal em março de 2022, o mesmo mês da estreia. Nesse caso, a obra seria fechada e qualquer termômetro sobre o sucesso dos primeiros capítulos seria descartado.

Com medo de um possível fracasso semelhante ao horário das 18h, atualmente com a inédita Nos Tempos do Imperador, a Globo só vai encerrar os trabalhos na segunda quinzena de abril.

Ainda de acordo com a reportagem, de janeiro a abril do ano que vem, os trabalhos serão feitos dentro dos Estúdios Globo. Assim, a emissora voltará com o seu método de trabalho baseado na fórmula de obra aberta.

Produção de peso

A Globo alugou 6 fazendas da região de Aquidauana, a 141 km de Campo Grande, capital de Mato Grosso do Sul, e contratou até dublê de sucuri para as gravações.

Algumas das propriedades da região foram alugadas para a hospedagem de atores e produção e as outras se tornaram set de filmagem. A Globo transformou um espaço de uma das fazendas em um galpão de arte e cenografia, local reservado para todos os itens usados nas gravações. Vários objetos foram adquiridos do comércio de Aquidauana, no Mato Grosso do Sul.

“Quando você respeita o lugar, ele te dá frutos. Eu acho que é isso que estamos conseguindo: muito respeito, muito carinho com o Pantanal, tentando impactar da menor forma possível. Tudo está dando certo. Apesar das condições climáticas e da difícil logística, nós estamos conseguindo”, contou Rogério Gomes, diretor artístico de Pantanal, ao G1.

A cenografia produziu uma cerveja e até dublê da sucuri do personagem Velho do Rio. Ela é feita de espuma e é muito semelhante a uma cobra de verdade.

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Da Redação
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