Grávida, Dani Bolina resolve ter filha em outro país e explica a razão

Dani Bolina
Dani Bolina está morando nos Estados Unidos (Imagem: Reprodução / Instagram)

Grávida, Dani Bolina deu adeus ao Brasil e decidiu ter sua filha nos Estados Unidos. Em conversa com o Notícias da TV, a ex-Pânico contou a razão da decisão e revelou o planejamento para ter a neném.

“Vou ter minha filha nos Estados Unidos. Moro em Jersey City por causa do Thiago, pois ele já morava aqui. Temos uma academia de jiu-jítsu. Ele já estava aqui, eu é que migrei”, explicou a modelo, fazendo referência ao esposo, o lutador de MMA Thiago Rela.

Na realidade, comecei a vir mais para os Estados Unidos no ano passado. No começo deste ano, vim para ficar até o Carnaval. Como não teve Carnaval, fiquei e não voltei mais (risos)“, esclareceu.

Em uma relação com Thiago há um ano e meio, Dani contou que os dois passaram cinco meses conversando apenas por telefone e vídeo chamada. Após esse tempo, a famosa decidiu embarcar para os EUA. Depois de um período de relacionamento, o casal teve certeza do que viviam e decidiram engravidar.

“Nós planejamos a gravidez. Eu tinha DIU e o retirei em dezembro, antes de vir para cá. Desde então, estávamos nessa expectativa. Eu fazia teste de ovulação e tudo, mas a menstruação descia. Então, teve um mês que eu falei: ‘Vou largar mão’. Estava fazendo tudo certinho e pensei: ‘Se tiver que vir, virá’“, recordou.

Segura do que quer, Bolina garantiu: “Nossa estrutura já está montada [nos Estados Unidos]. O Thiago já mora aqui e, antes de qualquer coisa, já estávamos prevendo morar aqui. Combinamos de construir família aqui mesmo”.

Apesar da felicidade da notícia da gravidez, a modelo contou que passou por uma dificuldade: “Eu não domino o inglês ainda. Não consigo me comunicar totalmente em inglês. Eu estava bem apreensiva por conta disso. Eu ia nos lugares com o Thiago, e era difícil. Você pode dizer: ‘Ah, mas tem o tradutor’. Mas eu quero falar com o médico e quero que ele me entenda. Não quero falar para uma pessoa, para essa pessoa repassar para o profissional. É um telefone sem fio. No final, não chega do mesmo jeito. Era uma coisa que estava me deixando muito ansiosa”.

“E aqui no meu Estado, culturalmente falando, é tudo muito diferente. Eles [os médicos] não atendem mulheres antes das oito semanas de gestação. Não é como no Brasil. Eu estava vivendo no escuro e me cuidando da maneira que achava que tinha que ser, pegando informações com amigas minhas que estavam grávidas”, completou.

Por causa disso, Dani Bolina até cogitou retornar para o Brasil: “Falei para o Thiago: ‘Não quero ter meu filho aqui’. Além disso, a gente não tem plano de saúde aqui. Temos que fazer tudo no particular. E, mesmo assim, não seria um quarto só para mim. É tudo muito diferente. Eu falava: ‘Se continuar desse jeito, quero ter meu filho no Brasil”.

A situação mudou quando o casal conheceu uma empresa de Miami especializada em serviços para gestantes estrangeiras: “Agora tenho dois médicos que estão sendo incríveis e uma base real para mim. Fiquei duas semanas [em Miami], fiz todos os exames e fui bem atendida. Fiz os exames morfológicos e estou bem tranquila. Consigo conversar com o médico, que fala espanhol. E o pediatra é brasileiro”.

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Da Redação
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