Isabelle Drummond lembra Novo Mundo e revela como novela transformou sua vida

Isabelle Drummond
Isabelle Drummond lembrou personagem Anna em Novo Mundo (Imagem: Divulgação / Globo)

No ar na reprise de Novo Mundo, Isabelle Drummond vê a trama das 18h, gravada em 2017, como um divisor de águas em sua vida. Enquanto interpretava a destemida Ana, ela dava um pontapé inicial sobre grande passos na sua carreira.

“Essa novela, sem dúvida, marcou um momento de transição na minha vida. Eu estava numa fase pessoal de edificar muitas coisas. Abri minha empresa durante a novela (ela é dona da Levê, uma marca de comida saudável servida em potes) e a ONG (Casa 197, que atende a famílias em situação de vulnerabilidade social)”, contou ela à coluna de Patrícia Kogut, do jornal O Globo.

“Foi um momento especial internamente para mim: de muito aprendizado, crescimento pessoal… Quando vejo a novela no ar penso: ‘Caramba, estava vivendo tanta coisa ali'”, acrescentou.

A famosa confidenciou que um dos maiores desafios de interpretar a personagem foi lembrar os hábitos europeus. “Ela é muito contida, muito ‘inglesa’. Anna e Thomas (Gabriel Braga Nunes) tinham uma cultura totalmente diferente da que nós temos, né? A gente observa o Dom Pedro e pensa: ‘Ah, esse aí é dos nossos!’ Mas os ingleses têm uma postura única, distante, e não se pode sair disso. É interessante assistir”, apontou.

A artista confessou que costuma criticar o seu desempenho durante a interpretação. “Eu fico me criticando para caramba! Falo: Meu Deus, se eu voltasse, eu faria assim ou assado. Olha, eu nem me via. Nunca gostei. ‘A lei do amor’ (no segundo semestre de 2017) foi a primeira coisa a que assisti com coragem. E, em Novo Mundo, o Vinícius (Coimbra) falava para mim: ‘Nossa, que lindo o que você fez’. E eu não acreditava: ‘Não! Não ficou bom, não’. Agora, ao assistir, me critiquei, mas também admirei e chorei junto. Bastante! É um trabalho lindo. Eu é que sou muito crítica”, definiu.

Isabelle acredita que a volta do folhetim na pandemia traz uma reflexão aos telespectadores. “Empatia é o tema do momento. Entender a raiz dos problemas, se colocar no lugar do outro… Essa novela tem tanto essa reflexão quanto a informação de quem nós somos, do porquê nós (brasileiros) somos o que somos hoje…”.

“A gente carece de educação, e o entretenimento tem um potencial educativo muito grande. Neste momento em que estamos parados vendo tudo acontecer ao nosso redor, sem poder sair de casa, nada melhor do que conteúdos educativos e também os que trazem alegria. A TV faz isso com a gente: tira peso de problemas, o entretenimento traz leveza… É bom para refrescar o coração”, completou.

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