Joaquim Lopes fala sobre fase difícil que viveu durante internação das filhas gêmeas

Joaquim Lopes
Joaquim Lopes fala sobre fase difícil com as  filhas (Imagem: Reprodução / Instagram)

Joaquim Lopes está vivendo uma nova fase na vida, com a chegada das primogênitas gêmeas, Pietra e Sophia, fruto do casamento com a cantora Marcella Fogaça. As duas nasceram em março, mas tiveram algumas complicações após o parto. As duas nasceram em uma única bolsa, o que causava o risco dos cordões umbilicais se entrelaçarem e não sobreviveram.

Após o parto, elas ficaram internadas por 27 dias: “Foi um momento bem difícil. Nessas horas que a gente vê onde está a nossa força. Felizmente, deu tudo certo e saímos os quatro ainda mais unidos. A partir do instante em que elas chegaram em casa, a nossa vida mudou completamente. Parece clichê falar isso, mas é realmente único. A gente começa a dar menos valor ao que não tem importância e pensar no legado que deixaremos. E, claro, dormir muito menos, ainda mais por serem duas (risos). Também ocorrem muitas ressignificações. Eu passei, por exemplo, a entender muitas coisas dos meus pais que eu não entendia”, contou o ator em entrevista à colunista Patrícia Kogut.

O fato de elas terem nascido durante o isolamento social, possibilitou ao artista ter uma maior convivência maior com elas:

“Seria estupidez da minha parte dizer que tem um lado positivo nesta pandemia. O que eu posso dizer é que o fato de estar quarentenado tem permitido absorver cada segundo da paternidade. E a cada dia são milhões de descobertas. Com relação a mim e à Marcella, a convivência intensa tem sido muito tranquila. Claro que não é tudo cor-de-rosa o tempo todo, mas eu sempre falei para ela que, além de apaixonado, eu gosto da companhia dela. E isso é fundamental numa relação. Somos parceiros de vida”.

Durante a pandemia, o amor à gastronomia tem sido uma válvula de escape para o galã. Recentemente, ele fez uma série de oito episódios no Gshow chamado Receitas do Joaquim.

“A minha avó materna era uma cozinheira espetacular. Ela encarava o paladar quase como uma habilidade adquirida. Às vezes você ouve uma música e não gosta, então, passa a treinar o ouvido e depois não consegue parar de ouvir. O paladar é assim e, muitas vezes, precisa ser desenvolvido para entender a comida. Eu achei que esse livro já estava pronto, mas, depois que as meninas nasceram, me dei conta de que faltavam algumas ligas e pontos que não toquei. Tenho me dedicado a isso neste momento”, explicou.

Da Redação
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