Jornal Nacional ganha abertura com ritmo do forró e web reage

Jornal Nacional
Telespectador faz nova versão da abertura do Jornal Nacional (Imagem: Reprodução / Globo)

O Jornal Nacional ganhou uma abertura diferente na web. Um músico baterista criou uma versão forró para a trilha sonora do telejornal comandado por William Bonner e Renata Vasconcellos.

“E se o Jornal Nacional fosse no forró?”, questionou o perfil Estiloso Batera, no Instagram. No vídeo, o artista apareceu com o seu instrumento em meio às imagens do estúdio do programa da Globo. Ele incluiu uma aparição relâmpago de Bonner e Renata.

A brincadeira deixou a internet agitada. “Ansiosa para escutar na versão brega funk”, desejou uma internauta. “Já quero essa single em todas as plataformas digitais”, exigiu outra. “Já quero no São João”, pediu um terceiro. “Deveria ser a real e oficial”, defendeu mais uma.

Hugo Bonemer, primo de William Bonner, mandou um conselho para o parente. “Devia bem no dia em que a pandemia terminar”, cogitou.

Assunto sério

William Bonner provocou o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) na edição do Jornal Nacional da última quinta-feira (29), mencionou uma fala do político e a definiu como “inverídica”.

“O Supremo Tribunal Federal reagiu hoje, de maneira inédita, a uma declaração inverídica do presidente Jair Bolsonaro costuma repetir ao falar sobre a pandemia. Numa entrevista à Rádio Mundial da Bahia, Bolsonaro voltou a dizer que o Supremo deu muito mais poderes para governadores e prefeitos do que pra ele”, afirmou.

O assunto veio à tona depois de um ataque do Chefe do Executivo ao STF (Supremo Tribunal Federal). Mais uma vez, ele disse que a Corte tirou poderes do Executivo no combate à pandemia do coronavírus.
O âncora da Globo completou: “O STF rebateu Bolsonaro em um vídeo nas redes sociais e modificou uma frase do ministro da propaganda do regime nazista de Adolf Hitler, Joseph Goebbels. Joseph Goebbels afirmou que uma mentira contada mil vezes se torna verdade”.
No embate Bonner x Bolsonaro, o jornalista saiu em defesa dos editoriais do Jornal Nacional durante a pandemia. “Durante a pandemia, foram feitos alguns editoriais quando números muito impressionantes eram atingidos. Isso aconteceu, por exemplo, quando o número de 100 mil mortes foi atingido”, recordou em entrevista ao Altas Horas.
“Com 500 mil mortes, nós achamos que era o momento não apenas de fazer um editorial para marcar posição sobre a gravidade dessa tragédia nacional, mas para marcar uma posição nossa, do Jornalismo da Globo, em defesa de coisas que constam na nossa essência e nos nossos princípios editoriais”, apontou.

Confira:

Paulo Carvalho
Paulo Carvalho acompanha o mundo da TV desde 2009. Radialista formado e jornalista por profissão, há cinco anos escreve para sites. Está no RD1 como repórter. Pode ser encontrado nas redes sociais no @pcsilvaTV ou pelo email [email protected].
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