Juliana Paes fala sobre gravações no Pantanal e contato com os animais

Juliana Paes
Juliana Paes interpretou Maria Marruá em Pantanal (Imagem: Reprodução / Globo)

Com a morte de Maria Marruá em Pantanal, a participação de Juliana Paes chegou ao fim na novela. Feliz pelo trabalho especial, a atriz contou como foi gravar na região de vasta natureza.

Ao chegar no Pantanal é tudo diferente do que estamos acostumados. É uma locação ímpar e de energia contemplativa. O Pantanal te convida a levantar as orelhas, a lançar um olhar para fora e prestar atenção naquela energia de contemplar. A energia do Pantanal fica impregnada na gente”, contou a artista, em conversa com a Quem.

Há muito barulho. Um barulho de natureza. A gente escuta a todo instante os barulhos dos bichos. Enquanto aqui, convivemos com barulhos de buzinas”, comparou a famosa, que revelou que viveu uma situação tensa em uma gravação quando um jacaré se aproximou dela.

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“Quase levei uma mordidinha. Estar no Pantanal é ter muita história para contar, de situações inusitadas e perrengues. Esse dia do jacaré, estava no rio para uma gravação quando alertaram que tinha um jacaré rondando (risos)”, recordou.

Juliana Paes fala sobre caracterização de Maria Marruá

Para viver as duas fases da “mulher que vira onça”, a famosa deixou a vaidade de lado. “Com a equipe de caracterização, começamos a imaginar como seria o rosto de uma mulher que nunca se protegeu do sol, que nunca usou protetor solar ou chapéu. Melasmas, manchas”, explicou.

“Tem também as marcas de expressão, como fazer com que isso ficasse natural? Maria tem as linhas de expressões marcadas, as sobrancelhas não são feitas e deixei meu cabelo branco natural dar às caras. É gratificante poder abrir mão da vaidade e da estética vigente. Mais que abrir mão disso, vejo beleza nas olheiras, eu vejo poesia nas marcas do tempo”, refletiu.

Juliana, que interpretou a personagem feita por Cassia Kiss na versão original do folhetim, pontuou ainda: “Como muitos brasileiros da minha geração, Pantanal está em um lugar de memória afetiva de conforto e de paz. Lembro exatamente dos pais assistindo, lembro da cor do sofá em que meu pai sentava para ver a novela. Enquanto assistíamos, a música ecoava pela casa inteira e recordo das cenas com a arara voando e da atmosfera da minha casa para assistir à novela”.

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Da Redação
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