Juliana Paiva lembra gravações de Salve-se Quem Puder e reflete sobre início da carreira

Juliana Paiva
Juliana Paiva está no ar em Salve-se Quem Puder e Tititi (Imagem: João Miguel Júnior / Globo)

No ar em duas novelas da Globo, Juliana Paiva está podendo ver bem as diferenças de seus trabalhos. Interpretando a Luna/Fiona em Salve-se Quem Puder, a artista está mais experiente, já em Tititi, de 2010, que está sendo reprisado no Vale a Pena Ver De Novo, a intérprete de Valquíria está com a carreira de atriz bem no início.

Em conversa com a Quem, a global disse: “Quando damos uma olhada em um trabalho antigo, também lembramos um pouco de como era aquele momento – tanto pessoalmente, quanto profissionalmente. Tititi é o trabalho que mais tenho medo de assistir porque é o que eu era mais inexperiente. Foi minha primeira novela, estava fazendo com total coração, entendendo como funcionava a dinâmica de TV”.

“Ao mesmo tempo, acho que não mexeria em nada porque é tudo muito genuíno. Antes de Tititi, estava no ar a reprise de Laços de Família. Adorei quando Laços de Família voltou. Assistia fascinada quando era mais nova. Já era fã da Deborah [Secco] quando nem sonhava em fazer parte deste universo artístico. Achava a coisa mais linda as cenas em que a Íris aparecia cavalgando pelo haras“, revelou.

Na entrevista, Juliana Paiva ainda contou como foi encerrar no ano passado as gravações de Salve-se Quem Puder. Em cenário de pandemia do coronavírus, os cuidados eram enormes nos bastidores. “Foi muito estranho voltar. Lembro que meu primeiro dia, até brinquei com o Fred [Mayrink, diretor]: ‘Será que ainda sei fazer isso?’. É preciso reaquecer os motores. E os encontros foram diferentes”, disse a atriz.

Com os novos protocolos, a rotina por trás das câmeras mudou bastante. “Fiquei sem aqueles encontros com as meninas nos camarins, sem aqueles encontros nos corredores para conversar. Lembro que minha primeira cena foi com a Flávia, nós duas com máscaras esperando para entrar em ação. Tivemos uma equipe muito comprometida pelo melhor resultado”, contou a global.

“A gente se tornou responsável pelo nosso figurino e nossa caracterização. Nesse momento que tínhamos sozinhos no camarim aproveitei como recurso de imersão. A gente estava na TV, mas parecia um bastidor de teatro. Você mesmo se caracterizava. Foi um processo, novo, interessante e muito produtivo. Muita gente comentava de forma positiva sobre esse novo processo”, declarou.

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