Juliana Paiva relembra detalhes de Tititi e revela mudanças em 11 anos de carreira

Juliana Paiva
Juliana Paiva analisa evolução na carreira após reviver personagens (Imagem: João Miguel Júnior / Globo)

Ao longo da quarentena, em razão da pandemia de Covid-19, Juliana Paiva já teve a oportunidade de rever cinco personagens de sua carreira. Após relembrar Fatinha (Malhação – Sonhos), Cassandra (Totalmente Demais) e Simone (A Força do Querer), a atriz pode acompanhar Luna (Salve-se Quem Puder) e Val (Tititi).

Sobre a adolescente que viveu na trama que está no ar em Vale A Pena Ver de Novo, ela guarda detalhes na memória e até mesmo alguns acessórios da personagem:

Era uma comédia muito divertida, com atores maravilhosos. Lembro do Alexandre Borges criando o Jacques Leclair, cena por cena; do Jorge Fernando, que considero um padrinho. Essa foi a minha primeira novela como elenco. Val é o começo de tudo, ela simboliza o começo de uma grande aventura. E o Jorginho me apresentou coisas básicas, por exemplo como encontrar luz na cena. Passaram-se 11 anos. Eu era uma menina, tinha 17 anos. Acho a Val fofinha“.

Além disso, Juliana relembrou algumas mudanças que percebeu desde a exibição da trama. “Sinto uma mudança de voz, de colocação vocal. Eu estava na puberdade né? Então percebo essa grande mudança. E eu amava os figurinos. Uma das coisas mais gostosas foi viajar nos figurinos de Marília Carneiro. Eles vinham de Nova York. Estava iniciando na faculdade e cogitei fazer faculdade de moda e achei o maior barato a Faap, onde a gente gravava em São Paulo“, confidenciou.

Atualmente aos 28 anos, Paiva ainda contou sobre uma cena inusitada de Valquíria, quando ela dá um beijão em Luti (Humberto Carrão):

Nunca dei um beijo desses da Val, não. De ter que agarrar alguém. Ela tinha essa personalidade, né? Era um turbilhão. Ela perdeu a mãe, teve que lidar com a ausência dela. O pai, deslumbrado, estava sempre fora… Ela então criou uma casca afetiva. Quando ela se vê apaixonada pelo menino que não é da mesma condição social que ela. Não que ela tivesse que se relacionar com alguém da mesma classe, mas para o pai por quem ela foi criada tinha. E o Luti dava a última palavra. E aí ela meio sem saber se estava apaixonada, vai e dá um beijo nele, depois de arrepende…“.

Juliana ainda brincou sobre o fato de poder rever todos esses trabalhos: “Estou quase com crise de personalidade. (risos) É muito louco, mas ao mesmo tempo é gostoso revisitar momentos da minha carreira. É uma viagem no tempo!“.

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