Klara Castanho pede indenização de R$ 100 mil a Antonia Fontenelle após polêmica

Klara Castanho
Klara Castanho cobra indenização de Antonia Fontenelle (Imagem: Reprodução / Instagram)

Klara Castanho está enfrentando um processo por danos morais contra Antonia Fontenelle. A jovem atriz está cobrando R$ 100 mil de indenização da youtuber. Uma primeira decisão do caso veio à tona nesta semana.

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A Justiça do Rio de Janeiro negou um pedido de liminar para que a apresentadora fosse obrigada a retirar as falas a respeito do caso com a artista do YouTube.

Nesta terça-feira (19), o colunista Ancelmo Gois, do jornal O Globo, noticiou que a defesa de Klara Castanho pede o valor da indenização da loira.

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“Diante das gravíssimas ofensas comprovadas contra a autora [Klara Castanho], não restam dúvidas de que, no presente caso, estão preenchidos todos os pressupostos para condenar a ré [Antonia] ao pagamento de danos morais no valor R$ 100.000,00”, informou os advogados de Castanho.

A polêmica teve início porque, em seu canal do YouTube, Antonia mencionou a gravidez indesejada da jovem atriz, que ainda não havia sido exposta na mídia. Ela não citou nomes, na época, mas deu pistas para o seu público.

Em um vídeo publicado após a repercussão do caso, a apresentadora disse que apenas reproduziu uma história que outros já estavam comentando.

“Não fui eu a precursora dessa notícia, já sabia há um tempo, mas quando todo mundo começou a falar, eu também falei. O vilão dessa história é o estuprador. Que tal a gente ir para o cerne da questão? A moça relatou que foi estuprada, mas acho que vocês não estão preocupados com isso, não… Covardia”, comentou.

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Decisão da Justiça no caso Klara Castanho x Antonia Fontenelle

Na decisão, divulgada nesta semana, em que vetou a liminar para que a apresentadora fosse obrigada a retirar o conteúdo sobre a ex-Globo do YouTube, a juíza Flávia Viveiro de Castro disse que “não se pode censurar”:

“Os comentários sobre os fatos, as postagens estão todas na rede social. Não se pode censurar um discurso, por mais que com ele não concordemos. Isso, entretanto, não livra aquele que publica e emite opinião ofensiva, ou que espalha um discurso de ódio, produzida a prova e provados os fatos, de ser responsabilizado pelo que divulgou”.

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