Ludmilla faz festança para avó e ignora pandemia; cantora já criticou o lockdown

Ludmilla faz festa em meio ao aumento no número de casos na pandemia (Imagem: Reprodução / Instagram)

Após afirmar que era contra o lockdown no mês passado, Ludmilla decidiu fazer uma festa nessa quarta-feira (14) para a avó, Vilma Salles, de 63 anos. O evento teve aglomeração, show ao vivo e até um banquete servido por garçons. Inclusive, a própria cantora compartilhou alguns momentos da celebração nas redes sociais.

Em um dos momentos, a funkeira surge descendo as escadas de sua casa e revela que a aniversariante não sabia da surpresa. Através dos Stories do Instagram, foi possível notar que a mesa contava com espaço para mais de 10 pessoas.

Cabe lembrar que, há algumas semanas, ela criticou a decisão do governo do Rio de Janeiro em proibir o funcionamento de serviços não essenciais. Na ocasião, Ludmilla questionou se pessoas de serviços considerados “não essenciais” continuarão frequentando serviços “essenciais” e fez duras críticas à decisão.

O texto compartilhado em suas redes sociais foi originalmente escrito pelo especialista em sobrancelhas, Rafa Paixão, e dizia:

Vidas importam e os trabalhos também. Será que o dono da academia (não essencial) continuará indo ao supermercado (essencial)? Será que o dono da loja de vestuários (não essencial) continuará indo ao posto de combustível (essencial)? Será que a dona do bar (não essencial) continuará indo à loja de material de construção (essencial)? Será que a filha do músico (não essencial) continuará naquele colégio (essencial)? Será que a dona Maria, garçonete (não essencial), pagará o IPTU (essencial)? Será que o vendedor ambulante (não essencial) pagará o aluguel (essencial)? Será que o artesão (não essencial) pagará a conta de água, luz (essencial)? Será que o que está sendo considerado não essencial, realmente não é mesmo essencial? Tudo é essencial. Vidas importam e os trabalhos também”.

Bastou isso para que ela recebesse uma enxurrada de críticas e apagasse a postagem minutos depois, mas já era tarde demais e os prints circularam na web. Horas depois, ela retornou ao seu perfil e tentou se explicar:

“Ces querem me cancelar pq eu falei que serviços são essenciais? Tudo é essencial! Lockdown é, trabalhar é, comer, pagar conta. Alguém vai garantir que as pessoas tenham vacina e o que comer depois do lockdown? Então tranca tudo! Sou super a favor! Mas só mandar trancar e cada um que se vire é mole. Tem que cobrar dos governantes, não é de mim não”.

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Elson Barbosa
Jornalista, encantado pelo entretenimento e pela possibilidade de contar e conhecer várias histórias ao mesmo tempo. Está no RD1 como repórter. Pode ser encontrado nas redes sociais no @ellsonbarbosa
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