Luiz Nicolau resgata memórias do chantagista Maurinho, de Laços de Família

Luiz Nicolau
Luiz Nicolau, o Maurinho de Laços de Família, lembra bastidores da novela (Imagens: Reprodução – Globo – Divulgação / Montagem – RD1)

No ar na reprise de Laços de Família (2000), em Vale A Pena Ver de Novo, Luiz Nicolau nada lembra o ex-namorado chantagista de Capitu (Giovanna Antonelli), Maurinho.

O ator, hoje com 56 anos, está careca e com a barba grisalha para viver um ardiloso mercador na novela Gênesis, que estreou na Record na última terça-feira (19).

Em entrevista à jornalista Carla Bittencourt, do jornal Extra, o artista revelou que apesar da aparência completamente diferente de 20 anos atrás, ainda é reconhecido pelo público. “Quando percebem que sou eu, comentam: ‘Você está muito melhor agora!’“, contou.

Eu concordo, minha mulher e meus filhos também. Sou outro, não só fisicamente. A maturidade traz paz de espírito“, analisou Luiz, casado e pai das adolescentes Helena e Diana e do ator Vitor Thiré; este, do seu primeiro casamento, com a atriz Luísa Thiré.

Apesar de reconhecer a repercussão da volta da novela, ele afirmou não acompanhar a reapresentação da trama de Manoel Carlos. “Se ligo a TV antes das 20h, me sinto culpado. Prefiro dedicar meu dia aos livros. Mas me lembro de tudo daquela época“, confessou.

O famoso também recordou o assédio que sofreu na época da novela, seu primeiro trabalho na TV. “Laços de família fez um sucesso retumbante em 2000. As senhoras tinham raiva de mim porque Maurinho chantageava Capitu. Só que, quando me encontravam no mercado ou na feira, eu as tratava com tanta simpatia, que quebrava o gelo“, destacou o ator, que chegou a receber elogios por e-mail do autor:

O trabalho veio por acaso. Vi um amigo, produtor de elenco, do outro lado da rua, e gritei: ‘Se aparecer um cafajeste lá, me chama, que eu faço’. Três dias depois, eu estava na sala do (diretor) Ricardo Waddington“.

Luiz Nicolau também passou por outras produções, tanto na Globo quanto na Record, ao longo dos anos. No seu currículo estão folhetins como O Clone (2001), Da Cor do Pecado (2004), Senhora do Destino (2004), A Lei e o Crime (2009), Sansão e Dalila (2011), Jesus (2018), Topíssima (2019) e Malhação – Toda Forma de Amar (2019). Ele diz preferir trabalhos como vilão. “Tenho paixão pelos vilões. Faço pra valer, dou o melhor exemplo de como não se deve ser“, concluiu. 

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