Nova apresentadora do É de Casa, Rita Batista desabafa sobre decisão de viver longe do filho

Rita Batista
Rita Batista faz reflexão sobre nova fase na Globo (Imagem: Reprodução / Globo)

A partir de julho, Rita Batista será uma das apresentadoras do É de Casa, da Globo, que ganhará uma nova cara e novos titulares. Para assumir de vez esse trabalho, a jornalista baiana precisou deixar o filho Martim, de 4 anos, em Salvador.

Ela já está sofrendo com a distância desde quando recebeu o convite da Globo para se mudar para São Paulo, em dezembro de 2020. A repórter do Encontro preferiu que o filho continuasse na capital baiana com o pai, o terapeuta tântrico Marcel Suzart, de quem se separou no início deste ano.

“Deixá-lo com o pai, mesmo quando estávamos casados, foi uma decisão da família”, ressaltou a apresentadora à revista Marie Claire.

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A jornalista ainda afirmou que vai mais para Salvador do que o menino para São Paulo. “Aqui eu não paro em casa e lá ele está cercado pela família”, contou. Além de sofrer com a ausência do filho no dia a dia, Rita Batista tem que lidar com o constante questionamento e julgamento pela escolha.

“A gente repete a história da minha família: as mulheres indo fazer suas vidas e deixando os filhos em casa. Minha mãe fez isso”, relembrou.

A global apontou: “Ela passou em um concurso em outra cidade e minha avó falou: ‘Deixa ela aqui [em Salvador]. Quando você se ajeitar lá, vem buscar’. Claro que isso nunca aconteceu, porque minha avó nunca me liberou de verdade. Eu ficava com a minha mãe nas férias e tal, mas fui criada por minha avó e meu tio mais novo”.

Sobre o pai do filho dela, Rita ressaltou: “Martim tem um pai completamente presente, que faz questão de estar com ele e com os outros dois filhos mais velhos [de outra relação], e refuta o título de superpai. Segundo ele, as mulheres fazem isso o tempo todo e ninguém fica laureando, Marcel diz que faz o que tem que ser feito”.

Rita Batista quebra tabu na televisão

Recentemente, a famosa chamou a atenção quando apareceu usando um turbante em reportagem. O vídeo em que ela mostrou o visual diferente para falar sobre vacinação em São Paulo, no início do ano, viralizou.

“Sempre tive problema com o cabelo. Só que o problema não era meu, era dos outros. Quando apresentava com cromaqui [técnica usada na TV para sobrepor imagens], falavam que não dava para recortar meu cabelo porque tinha uma irregularidade. Eu bancava: ‘Bom, então vai ser o primeiro croma que vai ficar irregular’”, comentou.

Em 2005, ela ainda disse ter “assustado” a equipe da TV Aratu, afiliada do SBT em Salvador, ao aparecer com o cabelo trançado na bancada do jornal.

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Da Redação
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