Pai de Prior quebra o silêncio e se pronuncia sobre acusações de estupro contra o filho

Prior
Pai de Prior abre o jogo sobre polêmica (Imagem: Reprodução – Instagram / Montagem – RD1)

Pai de Felipe Prior, Edmir quebrou o silêncio sobre as acusações de que o filho estuprou três mulheres no passado, conforme relatos feitos por elas à revista Marie Claire.

Sobre o assunto, ele conversou com a revista Quem e disse que não tem nada a declarar ainda porque o filho não recebeu nenhuma intimação: “Não tenho nada a falar, não estou sabendo”.

“Não garanto nada quanto às acusações porque para nós familiares isso não diz nada. Nunca recebemos intimação ou manifestação alguma legal. Só vou poder falar quando ele receber a intimação”, continuou.

“Apareceu na internet e fiquei sabendo. Mas desde que ele entrou no programa está sofrendo esse tipo de calúnia de pessoas querendo acabar com a imagem dele”, defendeu.

Vale lembrar que o primeiro ato criminoso teria ocorrido em agosto de 2014. A moça estava bêbada e ganhou uma carona. No caminho, o ex-brother teria parado o carro para ter relações sem seu consentimento.

Ela declarou que foi forçada e chegou a sangrar, mas não relatou o motivo quando deu entrada no hospital. Entretanto, há um laudo que comprova uma laceração em seu lábio vaginal.

“Tudo para mim se resume a uma grande agonia no peito. Simplesmente coloquei a violência que sofri debaixo do tapete por seis anos. Achei que não lidando com ela, sumiria em mim”, revelou a moça.

“Atrasei dois anos da minha faculdade por causa do estupro. Tranquei todas as matérias do curso porque vê-lo todos dias era torturante. Ele é um cara impulsivo, agressivo. O que mostrou no BBB não chega perto do que é na vida real”, declarou.

Já em 2016, outra jovem passou pela mesma coisa, ao ser convencida a entrar em uma barraca e obrigada a transar sem camisinha, apesar de ter conseguido fugir. Quatro anos depois, o brother entrou no BBB 2020 e ela resolveu agir.

A segunda moça entrou em contato com a primeira para fazer a exposição dos crimes na imprensa e as duas foram surpreendidas com uma terceira vítima, cujo estupro teria acontecido no InterFAU de 2018, em Itapetininga.

Segundo ela, a relação aconteceu de forma consentida, mas ele foi ficando violento e teria partido para as agressões. Pessoas da barraca ao lado flagraram os gritos, nos quais ela dizia: “Para! Está me machucando”.

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