Wajngarten
Fabio Wajngarten vira alvo de inquérito da PF após pedido do MPF (Imagem: Reprodução / Cultura)

A Polícia Federal abriu inquérito contra o chefe da Secom (Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República), Fabio Wajngarten, por suspeita de corrupção e peculato (desvio de recursos por agente público) e advocacia administrativa (patrocínio de interesses privados na administração pública).

A investigação, que foi um pedido feito pelo Ministério Público Federal, ficará a cargo da Superintendência da PF em Brasília. O caso correrá em sigilo. As informações são do jornal Folha de S. Paulo.

A solicitação do MPF foi feita após uma reportagem do jornal que apontou o empresário como sócio de uma empresa, a FW Comunicação, que recebe dinheiro de emissoras de TV, como Band e Record, e de agências contratadas pela Secom e por pastas e estatais do governo federal.

Com ele, as empresas citadas passaram a receber valores maiores da verba publicitária do governo. Ainda de acordo com o jornal, o gestor omitiu da Comissão de Ética Pública da Presidência informações sobre as atividades da FW.

A apuração é a primeira de caráter criminal a ser aberta contra Wajngarten. O prazo inicial de inquéritos é de 30 dias. Em nota nesta terça-feira (4), o secretário garantiu que a abertura de inquérito será a oportunidade para “provar que não cometi qualquer irregularidade na minha gestão à frente da Secom desde abril do ano passado”.

Fabio disse ainda que, “como será comprovado, não há qualquer relação entre a libertação de verbas publicitárias do governo e os contratos da FW Comunicação”.

Por fim, manifestou que se afastou da empresa “conforme a legislação determina” e que os contratos são anteriores à sua nomeação, “como pode ser atestado em cartório”. “Tenho um nome a zelar, um trabalho de mais de 20 anos no mercado, o seu respeito e reconhecimento. Confio no trabalho da PF e na decisão do MPF”, declarou.

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