Por Lula-Alckmin, Datena choca e toma atitude sobre candidatura em 2022

Datena
José Luiz Datena reage após possível aliança entre Lula e Alckmin (Imagem: Reprodução / Band)

José Luiz Datena surpreendeu os seus aliados mais próximos e desistiu da filiação ao PSD. Um evento estava marcado para a próxima quarta-feira (24) para o anúncio oficial da chegada do apresentador ao partido.

Com a chapa Lula-Alckmin quase garantida, o contratado da Band percebeu que o cenário político mudou muito desde a sua conversa com Gilberto Kassab, presidente nacional da legenda.

“De uma semana para cá, mudou o mundo. Uma implosão política aí”, afirmou em entrevista ao UOL. “Então, cada um tem o seu tempo para escolher. Por que não posso ter o meu tempo?”, indagou.

Na primeira conversa com Kassab, o âncora do Brasil Urgente, da Band, a proposta foi com relação ao Senado. Naquela época, Alckmin entraria como candidato ao governo de São Paulo pelo partido, com o ex-governador Márcio França (PSB) como vice.

“Agora, qual a possibilidade de isso acontecer, eu não sei qual é”, admitiu. “Se Alckmin não sair a governador pelo PSD e ser vice do Lula, como vai ficar a situação política? Se o Márcio França decidir sair de vice para acompanhar o Haddad, o Lula, o movimento é outro”, pontuou.

Paciente, José Luiz Datena cravou: “Estou esperando o movimento dos outros. Senão, me vejo na posição de aliado de quem eu não queira ser”. Mesmo assim, o jornalista não escondeu sua aproximação do PSD:

“Tenho outros convites que ainda não posso falar porque não foram liberadas as negociações. Por enquanto, a definição mais clara é o caminho do PSD, mas não é definitivo”.

Contudo, o ex-repórter esportivo frisou: “Mas eu não dependo do Alckmin. Ele pode fechar com o Lula e eu fechar com o Kassab para Senado ou governo do estado. Provavelmente Senado”.

A corrida de Datena

Em sua saga em busca de uma cadeira na eleição de 2022, Datena começou pelo PSL, como o primeiro pré-candidato à presidência da República.

Depois, ele desistiu do partido e namorou com outras legendas, até que o PSD se tornou a opção mais óbvia. Com a chapa Lula-Alckmin, ele aparentemente mudou de ideia.

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Da Redação
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