Ana Hickmann
Cunhado de Ana Hickmann será julgado novamente em Minas Gerais (Imagem: Reprodução)

Cunhado de Ana Hickmann que matou Rodrigo Augusto de Pádua, fã da loira, durante um atentado, Gustavo Correa será julgado em segunda instância, sob acusação de homicídio.

Em seu perfil no Instagram, o irmão de Alexandre Correa afirmou que faria tudo de novo, se pudesse voltar atrás, e ainda citou o presidente Jair Bolsonaro em seu discurso. O rapaz alegou legítima defesa.

“Antes que haters da rede social ou pessoas que não gostam do presidente Bolsonaro venham destilar seu ódio nos comentários, saibam diferenciar instinto de sobrevivência de política”, iniciou em seu desabafo.

“Ficaria agradecido se fosse qualquer outro presidente também. De novo, dia 10/9, terei que provar o óbvio, agora para 3 desembargadores no TJ. Mais desgaste mental, físico, emocional e financeiro para mim e meus familiares”, continuou.

“Digo isso desde o dia do fato: faria tudo de novo, pois quando não se tem opção não se pode fazer diferente”, disparou.

“Defendo com veemência que, quando alguém entra armado em sua residência, em especial, com clara intenção de matar a todos os presentes, que você tenha o direito de reagir”, prosseguiu o cunhado de Ana Hickmann.

“Ainda mais quando a arma não é sua, como foi meu caso. Já provei para a polícia e para a juíza, que me inocentou, o porquê dos tiros na nuca, fazendo questão de reconstruir a cena dentro do próprio quarto com a presença desse promotor”, pediu.

“Quem controla isso depois de 25 minutos entre tortura psicológica, luta corporal e dois tiros disparados pelo agressor com clara intenção de matar a todos. Sigo acreditando na justiça e esperando que esse dilema se encerre no próximo dia 10”, completou.

Em resposta, Ana Hickmann afirmou: “Estamos juntos até o fim, acreditando na justiça dos Homens e na justiça de Deus”. O caso aconteceu em 2016, quando o hotel em que estava ele, sua mulher, Giovanna Oliveira, e Ana Hickmann.

Os três foram feitos de reféns e o cunhado da apresentadora se defendeu em uma ação para controlar a situação. Apesar de Gustavo ter sido absorvido em abril de 2018, o Ministério Público de Minas Gerais recorreu.

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Antes que haters da rede social ou pessoas que não gostam do presidente Bolsonaro venham destilar seu ódio nos comentários, saibam diferenciar instinto de sobrevivência de política. Ficaria agradecido se fosse qq outro presidente também. De novo, dia 10/9, terei que provar o óbvio, agora para 3 desembargadores no TJ. Mais desgaste mental, físico, emocional e financeiro para mim e meus familiares. Digo isso desde o dia do fato: faria tudo de novo, pois qdo não se tem opção não se pode fazer diferente. Defendo com veemência que, quando alguém entra armado em sua residência, em especial, com clara intenção de matar a todos os presentes, que vc tenha o direito de reagir de qq forma, ainda mais quando a arma não é sua, como foi meu caso. Já provei para a polícia e para a juíza, que me inocentou, o porquê dos tiros na nuca, fazendo questão de reconstruir a cena dentro do próprio quarto com a presença desse promotor, que por acaso não apareceu no dia e sequer enviou alguém do ministério público para acompanhar. 3 tiros? Quem controla isso depois de 25 minutos entre tortura psicológica, luta corporal e dois tiros disparados pelo agressor com clara intenção de matar a todos. Sigo acreditando na justiça e esperando que esse dilema se encerre no próximo dia 10.

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