Preta Gil revela “piruetas” e frequente atividade sexual com o marido na quarentena

(Imagem: Reprodução / Instagram)
Preta Gil e marido mostram suas trivialidades nas redes sociais (Imagem: Reprodução / Instagram)

Preta Gil se casou com Rodrigo Godoy em 2015 e começou a namorá-lo dois anos antes, enfrentando preconceitos pelos 15 anos de diferença entre eles. A artista foi entrevistada por Sabrina Sato para um vídeo no YouTube e revelou algumas particularidades ousadas do casamento.

Estamos em meio a uma pandemia, que nos impõe um isolamento social por causa do surto da Covid-19, e assim ficamos mais tempo em casa. Para Preta, isso definitivamente não é um problema: “Somos um casal sem filho, que moramos só nós dois. Passamos muito tempo da quarentena só a gente mesmo, sem ninguém de fora chegar aqui. Chega uma hora que você não tem mais nada, já viu todos os filmes, todas as séries e faz o quê? Vamos transar“.

Rindo ao entregar que está com a atividade sexual em alta, a cantora se divertiu com a reação de surpresa do marido: “Ele está lá de bobeira, eu vou lá e cutuco, e ele: ‘Agora?’. E eu: ‘Sim, a gente não está fazendo nada’“. A filha de Gilberto Gil, inclusive, contou que já distendeu partes do corpo com estripulias na cama: “Às vezes a gente quer fazer uma pirueta, umas coisas assim… Mulher-elástico… Aí você esquece que não tem preparo físico, vai lá fazer o negócio e trava“.

Sabrina Sato, em dado momento, contou que já viu as partes íntimas da amiga. Preta Gil explicou que não tem tabus com a própria imagem: “Meu marido fica louco, porque eu não tenho pudor com meu corpo. Eu aprendi a amar meu corpo do jeito que ele é e tenho muito respeito com ele. Se eu tiver que trocar de roupa na frente de qualquer pessoa, eu vou trocar. Tudo isso aqui a terra vai comer. Aprendi a ser livre“.

Falando de sua estreia na música, em meio a atividades como a atriz e apresentadora, a esposa de Rodrigo Godoy relembrou o Prêt-à Porter, seu primeiro álbum, onde apareceu nua na capa. Em 2003, ano de lançamento, ela recebeu muitas críticas e exaltou o avanço do empoderamento feminino dos dias atuais: “Eu gritava com isso, mas parece que era um grito no escuro. Eu fui perseguida de uma maneira muito cruel. As pessoas não sabiam o quanto aquilo mexia com meu emocional e meu psicológico. A mulher que se ama incomoda muito“. 

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