PSL expulsa suspeito de atacar a sede do Porta dos Fundos

Porta dos Fundos
Suspeito de ataque ao Porta dos Fundos é expulso do PSL (Imagem: Divulgação)

O PSL do Rio de Janeiro expulsou na última segunda-feira (6) o suspeito do ataque à sede da produtora Porta dos Fundos, Eduardo Fauzi Richard Cerquise, atualmente foragido da polícia.

Ele era filiado ao ex-partido do presidente Jair Bolsonaro desde 2001. A expulsão foi confirmada pela assessoria da legenda. A informação é do UOL.

Recentemente, o suspeito divulgou um vídeo atacando a produtora de vídeos. Aparentemente, a gravação foi feita dentro de uma casa. Segundo apuração feita pelo Jornal Nacional, Eduardo disse aos mais próximos que estava em Florianópolis.

No entanto, foi descoberto que o brasileiro viajou para Moscou, na Rússia, um dia antes da expedição do mandado de prisão. O nome completo do suspeito entrou na lista da Interpol no último dia 31.

O ataque ocorreu na madrugada da véspera de Natal (24). A polícia analisou cerca de 80 horas de filmagens de mais de dez câmeras diferentes, desde a Rua Capitão Salomão até a Rua Voluntários da Pátria. A produtora fica localizada no Humaitá, Zona Sul do Rio de Janeiro.

Homem que atacou o Porta dos Fundos pedirá asilo político à Rússia

O economista e empresário Eduardo Fauzi Richard Cerquise, de 41 anos, assumiu a autoria do ataque à sede da produtora Porta dos Fundos, no Rio de Janeiro. Ele pediu asilo político na Rússia, para onde viajou, e publicou um vídeo falando sobre o ocorrido.

O local foi incendiado na véspera de Natal. Câmeras de monitoramento flagraram as chamas atingindo o escritório, atacado com coquetéis molotov. Segundo a Polícia Civil do Rio, um mandado de prisão contra ele foi expedido, e como saiu do país, seu nome foi incluído na lista da Interpol.

Segundo a revista Exame, Fauzi foi reconhecido em vídeos de uma câmera de segurança. A ação envolveu pelo menos outras quatro pessoas. Ao portal Colabora, ele assumiu a autoria do crime e disse ter passado os três primeiros dias do ano fazendo trâmites para o pedido de asilo político.

“Achavam que fui muito estúpido pra não cobrir o rosto e não alterar a voz, mas fui conectado o suficiente pra ser avisado do mandado a tempo de viajar pra fora do país”, afirmou. Filiado ao PSL, ele reiterou que não agiu por motivação política.

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