Novelas
Juliana Paes (Maria da Paz) em A Dona do Pedaço; novela rendeu audiência, mas sofreu com críticos (Imagem: Divulgação / Globo)

Neste ano, Walcyr Carrasco elevou a audiência das 21h para a casa dos 40 pontos com A Dona do Pedaço. Entretanto, apesar de alcançar altos números durante quase toda sua exibição, a produção recebeu críticas dos jornalistas especializados em TV e do público; ambos listavam incoerências e furos no roteiro da trama. O RD1 resolveu fazer uma lista com as novelas que conquistaram excelentes índices, mas sofreram com comentários negativos.

Novelas
Felipe Folgosi, como Alef, em Olho no Olho (Imagem: Divulgação / Globo)

Olho no Olho

Antônio Calmon era considerado um dos reis do horário das 19H. A trama abordava paranormalidade e satanismo, seguindo a linha das histórias em quadrinho da Marvel. Teve uma audiência geral de 43,5 pontos, elevando a média das antecessoras.

Reconhecido pelo sucesso de Vamp (1991), Calmon não foi perdoado pelos especialistas e sua obra de 1993 acabou sendo massacrada. Mesmo com o apoio do público, os jornalistas escreviam quase toda semana textos falando mal da novela.

Novelas
Júlia Magessi, como Ângela, em Caminhos do Coração (Imagem: Reprodução / Record)

A trilogia Caminhos do Coração – Os Mutantes

A última novela de Tiago Santiago na Record rendeu números muito acima da expectativa. A primeira temporada fechou com média geral de 15 pontos no horário das 22h30. Disputando com a novela das 21h, A Favorita (2008), a segunda temporada incomodou a Globo no início; porém, os índices caíram e a média final ficou em 13,5.

A última temporada teve 9 pontos no geral. Mesmo com os bons números, os jornalistas falaram mal dos efeitos especiais, dos diálogos infantilizados, da falta de verossimilhança e também do elenco.

Novelas
Susana Vieira, Carolina Dieckmann e Renata Sorrah, como Maria do Carmo, Isabel e Nazaré, em Senhora do Destino (Imagem: Divulgação / Globo)

Senhora do Destino

A novela mais bem-sucedida da lista em números de audiência. A trama criada e desenvolvida por Aguinaldo Silva tem o maior índice no século XXI, o que é comemorado pelo autor até hoje nas redes sociais. A obra é conhecida, principalmente, por apresentar Nazaré Tedesco (Renata Sorrah), considerada por muitos a maior vilã da televisão brasileira.

Só que a crítica não concorda muito com essa avaliação. No período de exibição, a produção foi detonada por ser caricata e apresentar diálogos rasos. Aguinaldo até ironizou o fato dentro da novela através de Giovanni Improtta (José Wilker). “A gente perdeu o carnaval dos críticos, mas ganhamos o carnaval do povo“, afirmou o personagem.

Novelas
Flávia Alessandra, como Naomi, em Morde & Assopra (Imagem: Divulgação / Globo)

Morde e Assopra

Última novela de Walcyr Carrasco no horário das sete, o enredo falava sobre os seres humanos e sua relação com o passado e presente, usando os dinossauros e robôs como metáforas. Apesar do começo conturbado na audiência, a produção ganhou força junto ao público a partir do capítulo 50 e teve uma média geral de 30 pontos.

Os diálogos infantis e didáticos, a falta de coerência, as situações consideradas bizarras e as mudanças de personalidades dos personagens fizeram os críticos detonarem o autor durante a exibição da trama.

Novelas
Lilia Cabral, como Griselda, em Fina Estampa (Imagem: Divulgação / Globo)

Fina Estampa

A novela contava a história de Griselda (Lília Cabral), que trabalhava como marido de aluguel, ganhando o apelido de Pereirão. Por volta do capítulo 40, a protagonista recebe a notícia que acertou os números da Mega Sena e ficou milionária.

O enredo criado por Aguinaldo Silva obteve a maior audiência do horário das 21h nesta década, com uma média-geral de 39 pontos, mas foi detonado pela crítica especializada, principalmente em seu último capítulo.

Novelas
Malvino Salvador e Paolla Oliveira, como Bruno e Paloma, em Amor à Vida (Imagem: Divulgação / Globo)

Amor à Vida

Estreando no horário das 21h, Walcyr Carrasco colocou um vilão gay nas telinhas e o presenteou com um beijo no último capítulo. Com Félix caindo nas graças do público, Amor à Vida conseguiu média geral de 35,5.

Só que os números não foram suficientes para deixar a crítica feliz. A novela foi acusada de não ter uma história, além do autor mudar a personalidade dos personagens, principalmente de Félix, e não dar importância ao casal protagonista nos últimos dois meses.

Novelas
Sophie Charlotte, como Alice, em Os Dias Eram Assim (Imagem: Divulgação / Globo)

Os Dias Eram Assim

Ângela Chaves e Alessandra Poggi centraram a história da novela no período militar. O enredo atraiu a atenção do público e os números agradaram a direção da Globo. A produção alcançou o maior índice de audiência do horário das 23h, com 21,1 pontos.

Na era digital, os críticos usaram as redes sociais para falar da estrutura da história e também das opções de roteiro escolhidas pelos roteiristas. A novela terminou mal avaliada pelos jornalistas de televisão.

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