Repórter da Record sofre escorregão em ponte que provocou a morte de Maria Eduarda

Reinaldo Gottino
O apresentador Reinaldo Gottino demonstrava apreensão imediata e pedia cautela ao colega (Imagem: Reprodução/Record)

Um momento de puro terror e tensão paralisou os telespectadores do Cidade Alerta, da Record, na última segunda-feira (15).

Durante uma entrada ao vivo diretamente da Ponte do Esqueleto, no interior de São Paulo, o repórter André Azeredo escorregou na estrutura e quase despencou de uma altura monumental.

O jornalista estava no local para mostrar o ponto exato onde a jovem Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, perdeu a vida de forma trágica após ser lançada sem a corda de segurança durante a prática de rope jump.

“Dá uma vertigem absurda”

Enquanto caminhava pela estrutura, André Azeredo começou a alertar o público e o seu próprio cinegrafista, Glauco, sobre o perigo iminente do local.

O repórter chamava a atenção para a baixa estatura da mureta de proteção que bate na altura dos joelhos.

No estúdio, o apresentador Reinaldo Gottino já demonstrava apreensão imediata e pedia cautela ao colega.

Disposto a passar a real dimensão do perigo para quem assistia em casa, o repórter se aproximou ainda mais da borda.

“Quero ver se em casa, se aí no estúdio vocês têm a mesma sensação que eu, porque dá uma vertigem absurda só de estar aqui em cima”, afirmou o jornalista.

Ao tentar se abaixar para exibir a vista do abismo, o repórter acabou prendendo a perna na capa de chuva que vestia, perdeu o equilíbrio e sofreu um escorregão na beira do precipício.

Gottino grita no estúdio e repórter abandona a borda após quase cair de ponte

Ao assistir à cena pelo telão do estúdio, Reinaldo Gottino entrou em completo pânico, gritando e demonstrando pavor com a iminência de uma tragédia ao vivo na tela da Record.

Visivelmente assustado e com a adrenalina a mil, André Azeredo se recuperou do tombo, recuou imediatamente e decidiu interromper a aproximação.

“Cara, é muito alto. Eu vou sair daqui de perto…”, desabafou o repórter, com a voz trêmula após quase cair na ponte.

O caso da morte de Maria Eduarda segue sob forte investigação da Polícia Civil de São Paulo, que tenta apurar as circunstâncias e as falhas gritantes de segurança que resultaram no acidente fatal da jovem.

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Maria Clara é jornalista formada pela Universidade Federal de Pernambuco. Passei por redações de jornais produzindo notícias para os portais, fiz gerenciamento de redes e já fui a campo como repórter de rua em emissoras de televisão aberta. Instagram: @clarajordao_