Rodrigo Fagundes abre o jogo sobre nova novela e união de 18 anos com autor

Rodrigo Fagundes
Rodrigo Fagundes comentou sobre personagem de nova novela e união de 18 anos com autor (Imagem: Reprodução / GNT)

Rodrigo Fagundes está no ar na reprise de Pega Pega, na faixa das 19h da Globo, e em breve reeditará parceria com Claudia Souto, autora de Cara e Coragem. A novela sucederá a Quanto Mais Vida Melhor, na faixa das 19h da Globo no ano que vem.

O humorista dará vida ao dono de uma agência de dublês e patrão dos personagens de Paolla Oliveira e Marcelo Serrado. “Os trabalhos deverão começar em janeiro e as gravações, em março. Vou fazer um tipo solar, com humor”, disse ele à coluna de Patrícia Kogut.

“Ele sabe que os personagens do Serrado e da Paolla são os melhores dublês contratados. Então, faz acordos com os dois, cede em vários momentos para que eles possam resolver assuntos particulares, pois não quer perdê-los. Mais adiante, vai virar empregado deles”, seguiu.

Rodrigo Fagundes relatou que a sua amizade com Claudia Souto teve em início em 2007, quando ela era redatora do Zorra Total. O famoso garantiu que já tinha o desejo de atuar em novelas, naquela época, mas preferiu ficar no programa.

O ator, então, estreou no gênero só em 2015, em Babilônia. Dois anos mais tarde, ele conseguiu seu primeiro papel de maior destaque, em Pega Pega. “Nelito tem humor, mas também pude fazer cenas dramáticas. Claudia foi meu passaporte. E vamos fazendo esses voos juntos. Fiquei feliz de ser escalado de novo”, disse.

Inclusive, no folhetim, ele também trabalhou também com o marido, Wendell Bendelack, que foi um dos colaboradores da autora. Os dois estão juntos há 18 anos:

“A gente se conheceu na Casa das Artes de Laranjeiras. Wendell estudava lá e trabalhava na recepção. Isso foi em 1996 ou 1997. A gente só foi ficar junto em 2003, durante os ensaios da peça O Surto. Nos apaixonamos ali. Moramos juntos há dez anos e recentemente compramos nosso apartamento.”

O artista salientou que a mãe sempre o defendeu do preconceito por conta de sua orientação sexual. “Ela tinha um salão. Quando perguntavam por que eu não estava namorando, cobravam, ela dizia: ‘Ele sabe o que quer da vida dele, deixa ele viver’. Eu tinha uns 19, 20 anos. Não falava muito sobre minha sexualidade. Eram vários tabus“, ressaltou.

“Eu estava me descobrindo ainda, tinha muito medo. Minha mãe nunca teve preconceito – lembra ele, que não pretende ter filhos. – Adotamos duas gatinhas em janeiro. E temos sobrinhos que nos preenchem bastante. Acho que não teremos filhos humanos”, completou.

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