Sincero, Otávio Augusto massacra Governo Bolsonaro: “Destruição”

Otávio Augusto
Otávio Augusto desabafa sobre o governo do presidente Jair Bolsonaro (Imagem: Divulgação / Globo)

Otávio Augusto, fora da Globo desde o fim da novela Salve-se Quem Puder, se manifestou sobre a situação do país sob o comando do presidente Jair Bolsonaro (PL). O artista listou três momentos de grande impacto negativo no país e colocou o atual governo na roda.

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“No Brasil nada mudou, talvez se mudou, mudou para pior. Tivemos muitos momentos que me angustiaram, mas vou citar três: a ditadura militar, o governo Collor e este atual governo da destruição”, disse em entrevista à revista Veja.

De volta ao teatro com o espetáculo A Tropa, Otávio Augusto afirmou que “o afeto, ultimamente, é praticado apena no microcosmo” e cravou que “a destruição praticada pelo sistema atual também mira no afeto”.

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“Comemora-se a alegria de uma carreira dedicada ao que se ama fazer, mas é impossível não sentir decepção e desencanto pelo estado das coisas”, expôs.

“Nunca penso nisso [na velhice]. Não é uma coisa que me assusta, mas também não é muito tranquilo não [risos]. O ônus do tempo é a saúde. Mas o bônus é muito maior: o afeto, os amores, as amizades que se teve e as memórias boas”, manifestou.

Com 70 filmes, 90 peças e 100 trabalhos na televisão, Otávio Augusto foi estrela de trabalhos como Tieta (1989), Vamp (1991), Central do Brasil (1998), Amor Estranho Amor (1980), O Rei da Vela (1967) e A Ópera do Malandro (1978).

Além de Otávio Augusto, Osmar Prado detona Bolsonaro

Otávio Augusto não foi o único veterano que partiu para o ataque contra o governo. Velho do Rio no remake de Pantanal, Osmar Prado se manifestou sobre a política atual em entrevista ao jornal O Globo:

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“Uns chamam isso de humanismo cristão, outros chamam de comunismo, outros de socialismo. Não existe uma saída para o mundo que não seja se tornar um espaço solidário, humano, protetor daquilo que a Terra nos dá de forma tão abundante”.

“Nós temos eleições em outubro, e eu espero que votem pela democracia, se unindo ao que aconteceu na Colômbia, no Chile, na Bolívia e na Argentina. Esse governo tem que ser posto para fora no voto e sem agressão, fazendo valer a urna eletrônica”, declarou.

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