VP de jornalismo da Record, Antônio Guerreiro fala das dificuldades na produção de O Hospital

Antonio Guerreiro
Antonio Guerreiro fala sobre as principais dificuldades na produção de O Hospital (Imagem: Reprodução / YouTube)

Com estreia nesta sexta-feira (25), às 23h, a série O Hospital dará à Record a possibilidade de mostrar aos telespectadores outro ângulo da rotina médica em um hospital, no caso, o Hospital Moriah, em São Paulo, que pertence a Edir Macedo.

O vice-presidente de jornalismo da emissora, Antônio Guerreiro, falou sobre as dificuldades que a equipe do canal encontrou para fazer as gravações do seriado em meio à pandemia de Covid-19. Guerreiro destacou a importância da parceria entre a emissora e o hospital para que as gravações fossem realizadas.

“Foi uma dificuldade a mais, mas nós tivemos o apoio irrestrito do Departamento Jurídico da Record, que nos acompanhou desde a idealização do projeto. Tivemos uma parceria com o jurídico do Hospital Moriah, que participou do nosso cotidiano e, claro, tivemos muitas dificuldades a mais por conta da pandemia, mais do que um dia normal”, afirmou.

Pablo Toledo também destacou as inovações tecnológicas que percebeu dentro do hospital enquanto participava das gravações do seriado. “Foi uma honra pra nós conviver com estes médicos. Há dois médicos na América Latina que fazem uma operação robótica e um deles está neste hospital. Uma operação em que o médica está operando em um robô a três metros do paciente. É algo muito inovador, cheio de tecnologia, mas estamos tomando todas as medidas para ninguém se sentir avessa à série”, completou.

A tomada de decisão

Antônio Guerreiro contou sobre como fez para gravar o seriado dentro de um hospital em meio à uma crise de saúde, por conta da pandemia de Covid-19.

“Eu fui bem assessorado desde o momento em que pensei em fazer aquilo. A dificuldade em si foi entender de que maneira nós poderíamos inovar e trazer uma nova linguagem em um momento de tanta limitação. Foi um momento de muita conversa com diversas áreas para solucionar os limites e não entregarmos mais do mesmo. Meu desafio era não inovar, pois sentíamos que se as limitações impedissem contar as histórias como nós acreditávamos como ela deveria ser contada, aí sim uma série poderia ter tido alguma decisão diferente”, destacou o VP, que emendou: “A tomada de decisão [pela criação da série] teve base em todas as áreas, que trouxeram segurança para uma inovação”.

A série teve dois momentos de gravações. Houve um período em que o hospital suspendeu as gravações por conta do estado da UTI em meio à pandemia de Coronavírus. “Tivemos que parar e tivemos o suporte do Departamento de Recursos Humanos e do Dep. de Segurança do Trabalho. O Hospital Moriah agia pediu para que suspendêssemos algumas gravações por causa do estado dos pacientes devido à crise que estamos atravessando”, ressaltou Pablo.

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Reuber Diirr
Reuber Diirr é formado em jornalismo pela Universidade Federal do Espírito Santo (UFES). Com passagens pela Record News ES e TV Gazeta (Globo/ES), acompanha as coletivas de imprensa com matérias exclusivas. Além disso, produz conteúdo multimídia para o Instagram, Twitter, Facebook e Youtube do RD1. Acompanhe os eventos com famosos clique aqui!
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