Após Éramos Seis, Gloria Pires é escalada para vilã de novela das 21h

Gloria Pires
Gloria Pires (Lola) em Éramos Seis; atriz volta às novelas das 21h como vilã (Imagem: Raquel Cunha / Globo)

Ficou para Gloria Pires a protagonista da próxima novela de João Emanuel Carneiro, com lançamento previsto para 2021, às 21h. Segundo informações do jornalista Daniel Castro, a atriz, festejada por seu desempenho como Dona Lola em Éramos Seis, viverá a mãe que menospreza a filha deficiente visual (Letícia Colin).

Conforme Duh Secco adiantou em sua coluna no RD1, Lilia Cabral chegou a ser cogitada para a personagem, definida por João Emanuel como uma “vilã com sentimentos, mas egoísta, capaz das maiores atrocidades, que sempre arruma uma justificativa plausível para os seus atos”.

A trama, que até o momento conta apenas com Gloria e Letícia, também destaca a vingança arquitetada por um garçom. Ele aceita dinheiro para assumir um crime que não cometeu. Mas, após tomar um calote, decide dar o troco e fazer justiça.

O folhetim de Carneiro deve ocupar a faixa das 21h após a “edição especial” de Fina Estampa (2011), a conclusão de Amor de Mãe e Um Lugar ao Sol, escrita por Lícia Manzo – de A Vida da Gente (2011) e Sete Vidas (2012). Carlos Araújo, diretor artístico de Éramos Seis, responderá pela mesma função; Gustavo Fernandez, de Órfãos da Terra (2019), assina a direção geral.

Cabe lembrar que Gloria Pires respondeu por algumas das vilãs mais odiadas da teledramaturgia brasileira. A primeira foi Maria de Fátima, de Vale Tudo (1988); a arrivista foi capaz de vender a casa que herdou do avô, deixando a mãe na rua, para “fazer a vida” no Rio de Janeiro.

Em 1993, Glorinha encarnou Raquel, a gêmea má de Mulheres de Areia. Os sonhos de grandeza da bandida ganharam contornos reais quando ela se viu diante da possibilidade de casar com um milionário, apaixonado por sua irmã Ruth (também Gloria, claro). Por Fátima e Raquel, a atriz foi contemplada com o troféu APCA.

Ainda, a controversa Nice de Anjo Mau (1997), a vingativa Norma Pimentel de Insensato Coração (2011) e a oportunista Beatriz de Babilônia (2015). Também a golpista Sarita, de Mico Preto (1990), com os dois pés na comédia.

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