Avião particular de Almir Sater é roubado em circunstâncias misteriosas

Almir Sater
Avião particular de Almir Sater foi roubado em circunstâncias misteriosas (Imagem: Reprodução / Instagram)

Almir Sater é um artista respeitado no mundo da música e sua vida pessoal, que não é tão falada, acabou virando assunto, já que ele foi vítima de um roubo bastante intrigante no aeroporto de Aquidauana, na região oeste do Mato Grosso do Sul.

De acordo com o G1, uma força-tarefa policial passou a investigar o “sumiço” da aeronave do cantor e de mais outras duas, numa ação que, segundo a polícia, envolveu ao menos 18 criminosos na madrugada de segunda-feira (6).

Os bandidos renderam o vigia do aeroporto sul-mato-grossense, num ambiente mal iluminado e o obrigou a abastecer três aviões, que pertenciam também a José Henrique Trindade (ex-prefeito de Aquidauana) e Zelito Alves Ribeiro (pecuarista e tem Joel Jacques como sócio).

Almir Sater lamentou o ocorrido em entrevista ao site e contou onde estava quando recebeu a notícia infeliz: “Bens materiais a gente trabalha, mas espero que seja recuperado. Mas se não, vão os anéis e ficam os dedos. Estou no Pantanal. Estava no campo trabalhando, cheguei na hora do almoço e tinha por volta de 300 ligações”.

O famoso se deu conta que algo anormal tinha acontecido quando viu um rapaz de bicicleta em sua direção: “Quando vemos estas pessoas no campo, ficamos preocupados. Já senti meu coração apertado, pensei que seria algo com a minha família. Aí ele me deu a notícia de que tinham roubado o avião. Dos males, foi o menor. Vi o motoqueiro chegar e fiquei assustado”.

Por fim, Almir Sater esclareceu que o avião era usado para suprir suas demandas na fazenda: “A aeronave atendia minha fazenda, não era para shows. Atendia nossa vida pantaneira. Não da para acompanhar as notícias, mas estou torcendo para que tenha sucesso”.

Vale citar que as Equipes de Campo Grande e demais órgãos de segurança estadual e federal já foram comunicados sobre o que aconteceu, e supõem que os ladrões sejam parte do interior paulista e parte do MS, com fuga para a Bolívia. O Departamento de Repressão à Corrupção e ao Crime Organizado (Dracco) ficou com a tarefa de investigar o caso.

Da Redação
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