Bruno Cabrerizo abre o jogo sobre namoro a distância com Carol Castro

Bruno Cabrerizo
Bruno Cabrerizo e Carol Castro estão juntos há dois anos (Imagem: Reprodução / Instagram)

Bruno Cabrerizo abriu o jogo ao falar sobre sua relação com Carol Castro. Em entrevista à colunista Patrícia Kogut, do jornal O Globo, o ator contou como faz para manter o namoro a distância quando precisa viajar à Itália para visitar os filhos Gaia, de 10 anos, e Elia, de 8:

“Deve ser o meu carma ficar longe das pessoas que eu amo. Mas estou fora do Brasil desde 2005 e acostumado com isso. Para mim, fazer uma videochamada para matar a saudade é algo natural. A Carol ainda está se adaptando”.

Ano passado, quando as gravações foram paralisadas, eu fui para a Itália e ficamos cinco meses longe um do outro. É difícil, chato ficar longe, mas a gente vai levando. Como ela é mãe, entende a necessidade que eu tenho de ver os meus filhos”, contou.

Ao falar dos filhos, o artista confessou que também é complicado quando precisa voltar ao Brasil. “Sempre é um chororô danado. Meu e deles. Mas eu tento explicar que eu preciso trabalhar e que faço isso para o futuro deles. Criança não entende muito bem. Eles me perguntam o motivo de eu não ser ator na Itália. Eu já fiz trabalhos por lá, mas, neste momento, é melhor para mim estar aqui. Eu ligo para eles todos os dias. Conversamos muito“, disse.

Mesmo com a pandemia, Cabrerizo tem conseguido manter a ponte aérea. “Como eu tenho dupla cidadania e residência fixa por lá, eu consegui viajar durante esse período, seguindo todos os protocolos de segurança. É muito difícil para mim ficar longe dos meus filhos, mas profissionalmente é essencial. Eu nunca esqueço o privilégio que é estar aqui no Brasil trabalhando numa emissora como a Globo. Eu sei de colegas que estão desempregados e queriam estar no meu lugar. Tenho que agradecer muito à direção da novela, que sempre me libera para ir vê-los, mesmo que eu fique lá por quatro dias”, justificou.

Sobre sua relação com a filha de Carol, Nina, de 4 anos, Bruno revelou:

“No início, ela me olhava e ficava me estudando, tentando entender o que eu estava fazendo ali. Aí começamos a brincar, e ela foi se abrindo. Depois de um tempo, ela me deu um apelido, “moço”. Agora que criamos uma conexão maior, ganhei um upgrade e virei “mocinho”. Hoje, ela já entende que eu sou o namorado da mamãe – diverte-se ele, que ainda não teve a oportunidade de promover um encontro dos filhos com Carol pessoalmente por conta da pandemia”.

Da Redação
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