Custo alto e autor encrenqueiro: os bastidores de Sangue do meu Sangue

Sangue do meu Sangue
Bia Seidl (Pola) e Jayme Periard (Carlos) em Sangue do meu Sangue; novela estreou há 25 anos (Imagem: Divulgação / SBT)

Há 25 anos, o SBT exibia o primeiro capítulo do remake de Sangue do meu Sangue. Foi a última das três novelas de época que marcaram a retomada da dramaturgia na casa, então dirigida por Nilton Travesso. ‘Sangue’ encerrou melancolicamente tal ciclo, em meio ao maior investimento financeiro feito pela emissora num folhetim até então, audiência aquém das expectativas e conflitos entre os adaptadores Paulo Figueiredo e Rita Buzzar com Vicente Sesso, autor da trama original – exibida pela Excelsior em 1969. Abaixo, 25 curiosidades sobre a produção.

Sangue do meu Sangue
Rubens de Falco (Mário), Osmar Prado (Clóvis) e Lucélia Santos (Júlia), destaques de Sangue do meu Sangue (Imagem: Dimang Kon Beu / SBT)

1 – Nilton Travesso declarou que a opção pelo remake de Sangue do meu Sangue partiu de Silvio Santos. A novela disputou vaga com Os Ossos do Barão, de Jorge Andrade, refeita pela emissora em 1997.

2 – Betty Faria e Bruna Lombardi foram cotadas para o elenco. As duas, porém, acertaram com a Band: Betty para protagonista de A Idade da Loba, coprodução do então canal do esporte com a TV Plus; Bruna em busca de uma nova casa para seu programa de entrevistas, Gente da Expressão, antes veiculado na Manchete. Em contrapartida, o SBT acertou com Lucélia Santos, que já estava apalavrada para ‘Idade da Loba’. Logo após o término do folhetim da concorrente, ‘Sangue’ recrutou Cláudia Provedel; a atriz assumiu Viviane, personagem reservada num primeiro momento a Vera Zimmermann – que chegou a ser creditada na abertura.

3 – Aída Leiner, Giulia Gam, Maria Ceiça, Louise Cardoso e Patricya Travassos – substituída por Magali Biff, na pele de Suzana – também ficaram de fora de Sangue do meu Sangue. Tuca Andrada, protagonista da antecessora As Pupilas do Senhor Reitor (1994), declinou do convite para curtir férias. Até o chef Olivier Anquier, famoso por participações em programas culinários do GNT, da Record e do SBT, chegou a figurar na lista de possíveis participações – como um namorado francês de Viviane. Bia Seidl, por sua vez, abriu mão de um convite para a minissérie Decadência (1995), da Globo, para viver a heroína Pola Renon; Nilton Travesso buscava contar com a atriz em seu casting desde Éramos Seis (1994).

4 – Filho de Lucélia Santos, Pedro Neschling chegou a ser escalado para viver um menino de rua acolhido pela trupe mambembe de Raposo (Cacá Rosset, estreando no gênero), o que acabou não ocorrendo. A ideia surgiu após o hoje colaborador de Salve-se Quem Puder participar de uma gravação, no dia em que acompanhou a mãe no trabalho, como um vendedor de jornais.

5 – O time de colaboradores também sofreu alterações. Walkiria Portero, parceria de Cassiano Gabus Mendes em O Mapa da Mina (1993), auxiliou Paulo Figueiredo e Rita Buzzar em um primeiro momento, assim como Chico de Assis – supervisor de ‘Pupilas’. Por fim, os adaptadores contaram apenas com Ecila Pedroso.

Sangue do meu Sangue
Flávia Monteiro (Cíntia) e Jayme Periard (Carlos) em Sangue do meu Sangue; protagonista vivia sob falsa identidade (Imagem: Lourival Ribeiro / SBT)

6 – Sangue do meu Sangue foi a novela mais cara do SBT até então. Silvio Santos autorizou o investimento de US$ 39 mil por capítulo; Éramos Seis e As Pupilas do Senhor Reitor consumiram, respectivamente, US$ 32 mil e US$ 34 mil.

7 – Boa parte do valor destinado ao folhetim foi consumida na reforma da cidade cenográfica. O projeto do cenógrafo João Nascimento Filho reconstituiu o Rio de Janeiro do século XIX, destacando pontos como a Rua do Ouvidor, a Praça XV e o Arco do Teles. Também café-concerto, confeitaria, hotel, igreja, jornal, prisão e residências. A direção de arte, a cargo de Beto Leão, recriou carimbos de banco, cartazes de ruas e edições de jornais. O processo mais trabalhoso envolveu a reconstrução de veículos de tração animal, como coches e tílburis.

8 – No início de 1996, com a transferência das equipes da linha de shows do SBT para o complexo de estúdios da emissora na rodovia Anhanguera, a dramaturgia passou a dispor do auditório que abrigava o Jô Soares Onze e Meia. Lá, foi instalada a nova casa de Pola, que dispunha de jardim de inverno, sala de leitura e um salão de jogos.

9 – A trama também contou com externas na praia do Mar Casado, no Guarujá, litoral de São Paulo. Ainda, o bairro paulistano Ipiranga e o Palácio Campos Elísios, antiga sede do governo do estado de SP.

10 – Supersticioso, Nilton Travesso assistiu a estreia de ‘Sangue’ numa sala de vídeo do SBT, ao lado de toda os profissionais envolvidos na produção. Neste mesmo local, o diretor acompanhou o lançamento de Éramos Seis e As Pupilas do Senhor Reitor. O primeiro capítulo rendeu 12 pontos com pico de 14 no primeiro horário e 11 com pico de 13 no segundo. O SBT anunciava a novela “logo após ‘Quatro por Quatro’ e reapresentação depois de ‘A Próxima Vítima’”, produções que a Globo exibia às 19h e às 20h. Por ocasião da estreia na concorrente, a Globo adiou o término de ‘Quatro’, atrasando o Jornal Nacional em sete minutos; o SBT acompanhou tal movimento.

11 – A segunda versão de Sangue do meu Sangue contou com Henrique Martins na equipe de diretores; o veterano interpretou Clóvis Camargo, então defendido por Osmar Prado, no original da Excelsior. Também Gilberto Sávio, o Lucas de 1969, de volta à novela como Barão de Santa Rita. O Barão surgiu para cumprir as funções do Inspetor Herculano, diante da impossibilidade do intérprete deste, Tácito Rocha, de gravar; o ator havia lesionado a coluna vertebral, necessitando de repouso absoluto, condição incompatível com o ritmo de gravações.

12 – Também cabe destacar a participação do cantor Francisco Petrônio, que entoou Lua Branca (composição de Chiquinha Gonzaga), numa seresta planejada por Lúcio (Tarcísio Filho) para comover a amada Pola.

Sangue do meu Sangue
Paulo Figueiredo (Paranhos) em Sangue do meu Sangue; ator também respondeu por autoria da trama (Imagem: João Raposo / SBT)

13 – Paulo Figueiredo e Rita Buzzar planejavam comprimir os 240 capítulos originais em 180, imprimindo agilidade à narrativa. O folhetim acabou com 257! A fase inicial, ambientada em 1872, foi desenvolvida em 24 capítulos – contra 63 da primeira versão. Os autores ampliaram personagens como Salomé (Jussara Freire), prostituta envolvida com Conde Antônio Cerdeira (Luiz Guilherme), e Rebeca (Jandira Martini).

14 – Ana Luiza Martins Camargo de Oliveira, mestre em história pela USP, contribuiu para as mudanças implementadas pelos adaptadores. No original, por exemplo, Mariana (Yara Lins), mãe de Carlos, sobrevivia com a aposentadoria do marido falecido, direito trabalhista inexistente no século XIX; as fontes de renda da personagem foram alteradas. Ana Luiza também corrigiu desvios relacionados à condição feminina da época, atribuindo novas características a tipos como Júlia (Lucélia Santos), vítima de violência doméstica que driblava a vigilância do marido Clóvis através de um clube de senhoras, dedicadas à causa abolicionista; também Zulmira (Angelina Muniz), escrava alforriada que buscava sustento por meio de seu tabuleiro de doces, e Cecília (Bete Coelho), obrigada a se travestir de homem para cursar faculdade – como Marie Josephine Mathilde Durocher, primeira mulher diplomada parteira no Brasil, que adotou um visual masculinizado para imprimir respeito. O elenco, por sua vez, contou com o apoio da preparadora Mona Lazar.

15 – A segunda e definitiva fase de Sangue do meu Sangue correu de 1883 a 1888, ano em que a Princesa Isabel – na ficção, Irene Ravache – assinou a Lei Áurea. O período pré-abolição ganhou relevância na trama, focalizando personagens como Bentinha (Chica Lopes) e Pedro Cesteiro (Gésio Amadeu). Os irmãos foram vendidos a donos diferentes na infância; anos depois, reencontram-se na igreja, quando ambos clamam pela reconstrução da família ao mesmo santo. Bentinha atendia a Pola, enquanto Pedro estava alforriado. A atriz Chica Lopes via no enredo ecos de sua biografia: a avó dela, Terezinha, reencontrou o irmão vendido quando adolescente após fugir com o namorado de um engenho na Bahia e refugiar-se em São Paulo.

16 – Além da Princesa Isabel, ‘Sangue’ contou com outras figuras históricas: Pedro II (Silvio Band) e Tereza Cristina (Filomena Luiza), pais da monarca; também o ativista José do Patrocínio (Kadu Karneiro) e o engenheiro negro André Rebouças (Luciano Quirino), ambos ligados à Família Imperial.

17 – O SBT aproveitou-se do contexto histórico da obra em uma peça publicitária bastante controversa. “‘Sangue do Meu Sangue’, com Irene Ravache no papel da Princesa Isabel, é uma espécie de lei áurea para a telespectadora: – o fim da escravidão a uma única emissora”, trazia o texto publicado na Folha de São Paulo de 2 de julho de 1995, numa referência à Globo. “Se você não der alforria às suas emoções com Guilherme Leme, Denise Fraga, Tarcísio Filho; se você não se deixar escravizar por este nobre elenco que tem Bia Seidl, Othon Bastos e Jussara Freire, desculpe, cara telespectadora, mas você merece mil chibatadas de castigo”, completava o comunicado. A publicação também destacava a aposta da emissora no esporte – com a Copa do Brasil e a Fórmula Indy – e a contratação de Roberto Cabrini.

Sangue do meu Sangue
Kadu Karneiro (José do Patrocínio) em Sangue do meu Sangue; figuras reais misturavam-se às fictícias (Imagem: Lourival Ribeiro / SBT)

18 – O SBT convidou Vicente Sesso para atualizar a novela, assim como fez com Rubens Ewald Filho em Éramos Seis. Sesso recusou. Meses depois, disparou críticas e ataques aos adaptadores e ao elenco de Sangue do meu Sangue. Também ameaçou ir à Justiça para o texto original fosse respeitado. A direção da emissora, insatisfeita com a audiência e temerosa quanto às ameaças de Vicente, convidou o autor para assumir o folhetim. “Já que o autor diz que a adaptação não está correta, achamos que ele deveria assumir a novela”, declarou Luciano Callegari, então diretor artístico da casa, ao Jornal do Brasil de 16 de setembro de 1995. Na mesma matéria, Paulo Figueiredo defendeu-se das acusações de Vicente Sesso sobre a deturpação da narrativa. “Quando se faz o remake de uma novela não dá para, simplesmente, copiar o que está escrito no original. […] A história deveria ter 240 capítulos. Mas recebemos a obra faltando 20 e alguns estavam ilegíveis”.

19 – Os comentários nada respeitosos de Sesso renderam críticas de Osmar Prado, em entrevista a O Estado de São Paulo, de 17 de setembro de 1995. “Ele não é milagreiro e está bancando o salvador da pátria. A emissora quer resultados e infelizmente caiu no conto que esse senhor irresponsável e inescrupuloso vem propagando na imprensa. Qualquer um pode ter críticas à novela e dizer que nem todos os personagens estão bem desenvolvidos. Mas não há problema que não seja contornável com uma boa conversa. Sesso simplesmente arrasou com a produção, desde o início. Foi muito deselegante com atores e adaptadores. Se ele quisesse de fato cooperar, não agiria de forma tão leviana. Deixou claro que, na hora em que vendeu os direitos da história ao SBT, não soube negociar sua participação e depois saiu resmungando”. O ator também rebateu a acusação de Vicente sobre uma possível participação na versão original. “Esse foi outro dos venenos lançados pelo Vicente Sesso. Ele disse que eu me maquiava de negro para fazer uma ponta na versão da Excelsior porque queria insinuar algo do tipo: quem é este que fez uma ponta na primeira versão e hoje ousa ser protagonista. É preciso refrescar sua memória. Não estive no elenco da primeira versão e já era ator de TV há quase dez anos quando a novela foi ao ar”.

20 – Os primeiros capítulos sob comando de Vicente Sesso, no ar em outubro de 1995, registraram queda de audiência. As mudanças implementadas por ele incluíam o fim da trupe mambembe liderada por Raposo; um incêndio arquitetado por Cerdeira, Clóvis e Martins (Luiz Serra) transformou os artistas, como a cega Natália (Denise Fraga), em mendigos. O fogo consumiu, inclusive, o boneco negro Marquês de Tramela, que Raposa usava em suas apresentações como ventríloquo para criticar o Império e defender a abolição. Outro personagem alvejado por Sesso foi Fabrício / Cecília. Após ser atingida por um tiro, a estudante pede um último beijo ao amado Ricardo (Rubens Caribé). O “velho novo autor” não escondia a antipatia pelo personagem travestido; Bete Coelho, porém, afirmou a O Estado de São Paulo, de 29 de outubro de 1995, que, em off, Vicente Sesso destacou que adorava o tipo.

21 – Passada a turbulência, Sangue do meu Sangue voltou aos trilhos – mas passou longe de repetir o êxito de Éramos Seis e As Pupilas do Senhor Reitor. Alguns atores reagiram satisfeitos à intervenção. Júlia, por exemplo, ganhou força no embate contra Clóvis após seu irmão, Juca (Guilherme Leme), sofrer um derrame cerebral, ficando impossibilitado de entregar os podres do vilão. Juca foi um dos personagens que ganharam peso na adaptação de Paulo Figueiredo e Rita Buzzar: alcoólatra, ele morria por volta do capítulo 25 na versão original; foi poupado no remake, ganhando um par romântico – Heloísa (Ângela Figueiredo) – e, seguindo os planos iniciais, retomando o trabalho como cirurgião. Sesso impossibilitou esta volta, “invalidando” o personagem, dando peso a Júlia e Carolina (Marcela Muniz); esta, filha de Juca com uma prostituta, rechaçada pelo avô Mário (Rubens de Falco) até que o AVC do médico os aproxima. O Tenente Paranhos (Paulo Figueiredo) também perdeu relevância.

Sangue do meu Sangue
Guilherme Leme (Juca) em Sangue do meu Sangue; personagens sofreram alterações após troca de autores (Imagem: Lourival Ribeiro / SBT)

22 – No auge das mudanças, o SBT cogitou contratar Jayme Monjardim, então à frente das produções da TV Plus, para a direção de Sangue do meu Sangue.

23 – Walcyr Carrasco também participou da novela após a reformulação, como consultor de Vicente Sesso. Ainda, Tônia Carrero, a Pola da primeira versão, convidada para interpretar Cécile, cunhada da atriz em 1995.

24 – Como “prêmio de consolação”, o SBT entregou a trama substituta para Paulo Figueiredo e Rita Buzzar. Dois títulos foram sugeridos aos roteiristas: Gaivotas e Ninho da Serpente, ambos de Jorge Andrade – o primeiro produzido pela Tupi em 1979; o segundo na Band, em 1982. A ideia era apostar numa produção contemporânea, mais barata. De início, antes mesmo de Sangue do meu Sangue estrear, a emissora almejava produzir Manhãs de Sol, texto de Geraldo Vietri ambientado na região Sul durante a década de 1950; Ana Paula Arósio chegou a ser cogitada para o projeto. Em maio de 1996, após a conclusão de ‘Sangue’, o SBT lançou três tramas centradas na atualidade: Colégio Brasil, Antônio Alves, Taxista e Razão de Viver.

25 – A abertura foi substituída antes da troca de autores. A primeira exaltava a Lei do Ventre Livre (de 1871), com hino da Proclamação da República como tema – executado pela Orquestra Sinfônica de Campinas, sob regência do maestro Benito Juarez e arranjo de Eduardo Ramos e Ricardo Botter Maio. A segunda trazia cenas do folhetim, acompanhadas de um instrumental suave.

Sangue do meu Sangue
Bia Seidl (Pola) e Tarcísio Filho (Lúcio), par romântico em Sangue do meu Sangue (Imagem: Divulgação / SBT)

Sinopse

Para saldar suas dívidas de jogo, Clóvis Camargo (Osmar Prado) rouba 20 contos de réis do Banco Transcontinental, propriedade de seu sogro Mário Albuquerque Soares (Rubens de Falco). O vilão trama para que a culpa do crime recaía sobre Carlos Rezende (Jayme Periard), honestíssimo funcionário da instituição financeira com um único desvio de conduta: a paixão por Pola Renon (Bia Seidl), que acaba por afastá-lo da esposa Helena (Lucinha Lins).

Para impedir que a verdade venha à tona, Clóvis articula a morte de Carlos através da explosão de uma carruagem. O contador, porém, sobrevive. Integra-se à trupe mambembe de Raposo (Cacá Rosset). Carlos então assume a identidade do palhaço João Alguém. Posteriormente, recobra a memória ao ver o filho Ricardo (Wagner Santisteban / Rubens Caribé) defendê-lo de sérias acusações, atirando uma pedra em Quinzinho (Cacá Pontes / Marco Antônio Pâmio), filho do Conde Cerdeira (Luiz Guilherme).

Carlos assume a responsabilidade pelo ato, amargando 11 anos de prisão. A segunda fase tem início de 1883, quando a Corte celebra a volta da atriz Pola ao Brasil após uma temporada na França. O protagonista deixa a cadeia, disposto a provar sua inocência, enviar Clóvis para a clausura e reconquistar a família. O que ele sequer imagina é que seu filho, Lúcio (Jiddu Pinheiro / Tarcísio Filho), está envolvido com sua antiga amante.

Em paralelo, Júlia luta para modificar o filho Maurício (Douglas Aguillar / Delano Avelar), escravagista como o pai adotivo, Clóvis; o rapaz é, na verdade, fruto de uma noite do vilão com a cativa Zulmira (Angelina Muniz). O herdeiro acolhido pelos Albuquerque Soares disputa Cíntia (Carmen Caroline / Flávia Monteiro), caçula de Carlos e Helena, com Quinzinho. A presença de Solange (Suzy Rego), amante de Clóvis que envolve-se com Maurício, acirra os conflitos amorosos.

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Duh Secco é “telemaníaco” desde criancinha. Em 2014, criou o blog “Vivo no Viva”, repercutindo novelas e demais atrações do Canal Viva. Foi contratado pela Globosat no ano seguinte. Integra o time do RD1 desde 2016, nas funções de repórter e colunista. Também está nas redes sociais e no YouTube (@DuhSecco), sempre reverenciando a história da TV e comentando as produções atuais.