Datena avalia ser o vice de Ciro Gomes e cutuca o PSL

Datena
Datena pode ser candidato em chapa com Ciro Gomes (Imagem: Divulgação / Band)

José Luiz Datena mandou um recado para pelo menos dois nomes da política brasileira com poucas palavras. Cotado para a eleição de 2022, o jornalista não descartou a possibilidade de ser vice em uma chapa com Ciro Gomes (PDT) em meio ao clima de incertezas por causa da fusão do PSL com o DEM.

Recém-filiado ao PSL, Datena falou sobre uma possível mudança de partido antes do início da corrida eleitoral. “Ou o PSL me apresenta como o candidato do partido resultante da fusão ou eu vou ser candidato em outro lugar”, avisou em entrevista ao O Antagonista.

Foi um recado claro a Luciano Bivar, deputado e presidente do PSL. O âncora do Brasil Urgente, da Band, já passou pelo MDB, DEM, PT, PP e PRP. Em julho, o político divulgou nota confirmando o famoso na briga pelo Planalto no ano que vem.

“Até agora, eles não reafirmaram isso e estou achando estranho”, comentou. Vale ressaltar que Rodrigo Pacheco, atual presidente do Senado, e Luiz Henrique Mandetta, dois nomes do DEM, já manifestaram interesse pela candidatura.

“Por que topo ser vice do Ciro e não do Pacheco ou do Mandetta? É muito simples: porque acho… Respeitando os dois… O Ciro muito melhor candidato”, declarou.

Datena aproveitou o momento e reclamou das últimas pesquisas de intenção de voto: “Eu só pré-candidato do PSL, mas apareço só no terceiro ou no quarto cenário. O João Doria, por exemplo, nem pré-candidato é ainda, porque precisará passar pelas prévias do PSDB, e aparece em todos os cenários de pesquisas. Isso eu não entendo”.

Em uma possível aliança com Ciro, o apresentador se ligou aos números. Ele se colocou na disputa com 7% ou 8% das intenções de voto. “Com mais 11% ou 12% do Ciro, a gente poderia quase pegar o Jair Bolsonaro hoje, a um ano das eleições”, apontou.

Candidato

No quadro Só No Nosso, do Brasil Urgente, José Luiz foi curto e grosso a respeito do seu futuro político:

“Não quero mais falar disso, não venham me procurar para entrevistas sobre presidência da República. Eu sou candidato e o único candidato pelo partido que me lançou, o PSL, mas não faço mais disso aqui. Não venham me procurar… Site, revista, eu sou candidato, mas não vou falar disso”.

“Não é hora de falar de política. É hora de ajudar o povo, pow! Vão ajudar o povo ao invés de criar confusão toda hora!”, criticou.

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