Tino Marcos
Tino Marcos pediu licença da Globo, tal qual o colega Marcos Uchôa (Imagem: Reprodução / Globo)

O jornalista Tino Marcos pediu licença da Globo. Segundo informações do portal “UOL Esporte”, confirmadas pela emissora, Tino ficará seis meses longe da redação, sem remuneração, voltando aos trabalhos em janeiro de 2020 – tal qual o colega Marcos Uchôa. A ausência de Tino do departamento de esportes sucede à demissão de Mauro Naves, com mais de 30 anos de casa.

As licenças de Tino e Uchôa teriam relação com reduções salariais e reformulações de contrato impostas pela Globo, desprestígio perante contratados com menos tempo de casa (e dispostos a cumprir jornada dupla de repórter e cinegrafista) e a dispensa de Mauro – relacionada à suposta participação dele no caso “Neymar Jr x Najila Trindade”, como “ponte” entre o pai do jogador e o advogado da modelo.

Tino Marcos chegou à emissora em 1985. Integrou a cobertura de todas as Copas desde a de 1990, na Itália. Também participou das transmissões das Olimpíadas. Em 2001, assumiu a apresentação do “Esporte Espetacular”, ao lado de Glenda Kozlowski. A parceria se repetiu no “Globo Esporte”, em 2007. Atuou ainda como repórter especial do “Jornal Nacional”, em séries sobre esporte.

O jornalista já pediu licença do canal em 2015; passou um ano dedicado aos estudos e à família, voltando a tempo de cobrir os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro.

O novo afastamento se dá em meio à aposentadoria de Márcio Canuto (da Globo São Paulo) e ao pedido de demissão do casal Mari Palma e Phelipe Siani, duas promessas da nova geração de repórteres. Cabe lembrar que, nos últimos anos, a Globo abriu mão de outros profissionais do esporte, como Abel Neto (que atendeu ao chamado da Fox Sports), Andrei Kampff, Bruno Laurence, Cris Dias e Luís Ernesto Lacombe. Ivan Moré foi o último a deixar o departamento.

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