Homens roubam a cena no remake de Pantanal

Pantanal
Peões de Pantanal são os destaques da trama (Imagem: Divulgação / Globo)

Talvez eu seja massacrada com esses comentários, mas, apesar de amar Pantanal e não perder um capítulo, preciso dizer que, tirando Filó (Dira Paes) e Bruaca (Isabel Teixeira), as personagens femininas são umas chatas.

Juma (Alanis Guillen) vive emburrada e só repete que quer voltar para casa. Está certo que foi criada sozinha, no meio do mato, mas para quem se entregou tão rapidamente a um homem da cidade, já viajou de avião e conheceu o Rio de Janeiro, poderia estar um pouco mais simpática.

A Muda (Bella Campos) não sabe o que quer. Cozinha o Tiberio (Guito), se engraça com Levi (Leandro Lima) e quer se vingar de Tenório (Murilo Benício).

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Já para Guta (Julia Dalavia), coube o papel de ser a educadora da novela, que é bem necessário diante daquela realidade machista e retrógrada, mas ela acaba ficando com um discurso muito didático.

E o que falar da Irma (Camila Morgado)? Ela até que é uma mulher legal, sensata, mas vive sonhando com um amor do passado e, agora, quer reencontra-lo no Zé Lucas (Irandhir Santos). Isso depois de já ter flertado com Trindade (Gabriel Sater). Se essa trama fosse o contrário, certamente estariam crucificando o homem.

A novela é mesmo dos peões! São as histórias mais divertidas, os diálogos mais profundos e que contam a realidade do Brasil profundo. Zé Leôncio (Marcos Palmeira) e a relação com os filhos, os “causos” da turma do galpão e o Cramulhão estão roubando a cena.

Brasilidade em Los Angeles

Lucy Ramos e o marido, o ator Thiago Luciano, cruzaram o tapete vermelho do LALIFF – festival de cinema, em Los Angeles – na noite deste sábado, dia 4, data em que o filme O Segundo Homem foi exibido.

O longa foi a única produção brasileira na seleção oficial do evento. O filme faz uma dura crítica à liberação indiscriminada ao acesso e porte de armas. Além de Lucy Ramos e Anderson di Rizzi nos papéis de protagonistas, O Segundo Homem traz no elenco nomes como Wolf Maya, Cleo, Negra Li, Pedro Carvalho.

O LALIFF foi o lar dos primeiros filmes de diretores premiados como Guillermo del Toro e Alfonso Cuaron, entre outros.

Cauby

Diogo Vilela
Diogo Vilela como Cauby (Imagem: Divulgação / Julia Lanari)

Saudades de Diogo Vilela? Pois o ator, que anda sumido das telinhas, estreia no dia 10 o show teatralizado Cauby uma Paixão, no Teatro Dos Quatros, no Rio de Janeiro.

O repertório é baseado no musical Cauby! Cauby! e acrescido de novas canções, que também foram gravadas e fizeram parte do repertório do Cauby e que habita o imaginário coletivo até hoje. Além Diogo no papel principal, o espetáculo conta também com um trio de músicos, bateria, sax e piano, com direção musical de Liliane Secco.

Com roteiro de Flavio Marinho, o show-teatro-musical, e dirigido por Marco Aurélio Monteiro, percorre a carreira do cantor com curiosidades de sua vida artística, pontuado por músicas como Conceição, A Pérola e o Rubi, Molambo, Samba do Avião, Eu e a Brisa, New York New York entre tantos sucessos gravados pelo artista.

Ainda este ano, o ator estará na série Eleita, da Amazon Prime Vídeo.

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Fernanda Menezes Côrtes
Fernanda Menezes Côrtes é jornalista, com mais de 20 anos de experiência em assessoria de comunicação, sendo os últimos onze anos voltados ao mundo do entretenimento e da televisão. Trabalhou na comunicação da Globo e do Canal Viva e como assessora de artistas.
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