Kascão, braço direito de Neto na Band, revela detalhes da amizade com o apresentador

Kascão
Kascão é diretor, assessor e compadre de Craque Neto (Imagem: Reprodução – YouTube / Montagem – RD1)

Renato Nalesso, o Kascão, braço-direito do Craque Neto na TV e fora dela, falou sobre a relação com o apresentador de Os Donos da Bola, da Band. Amigos fora do estúdio, o diretor afirmou que as discussões acaloradas dele com o ídolo do Corinthians nunca atravessaram os muros da emissora.

“A gente discute muito por conta do conteúdo do programa, além da amizade, ele é padrinho da minha filha caçula, a Elena [9 anos — a outra filha de Kascão é a Isabella, de 15 anos]. Hoje eu tenho uma relação com ele, além de profissional, sou diretor do programa, agente dele, assessor de comunicação, amigo e compadre”, contou ao UOL Esporte.

“As nossas discussões, na verdade, são sempre baseadas no conteúdo do programa. Fora do programa, a gente discute por algo familiar ou pessoal, que envolva algo comercial. Me irritar com ele é muito pouco, nesse tempo todo que trabalhamos juntos, eu sei assimilar a forma que ele age”, revelou.

Diretor de Os Donos da Bola, agente e assessor de Neto, Kascão falou sobre o significado do seu apelido. “A história é meio bizarra, mas vou contar. É Kascão com K por causa da numerologia. Ela envolve os irmãos do Neto, morei com ele em Campinas. Eu morava com o irmão do Neto e minha esposa, que era minha namorada na época sempre me visitava”, disse.

“Eu estava no quarto do apartamento e quando ela entrou na área de serviço, deu um grito. Tinha uma cueca com uma freada de caminhão em cima da máquina de lavar. E a cueca cagada era do irmão do Neto. Ela gritou, ficou indignada. Quando ele chegou no apartamento, eu falei que ele era um porco do cara***, um Cascão que não tomava banho”, recordou.

“Eu dei a dura nele no domingo, na segunda foi minha folga, quando voltei na terça, ele inverteu toda a história, que eu era porco e começou a me chamar de Cascão, mas não sou o original. A origem do apelido é uma situação bizarra dessa, não era comigo, era com ele”, explicou.

Kascão começou no Grupo Bandeirantes em 1999. “Eu comecei como estagiário na Rádio Bandeirantes em 1999 e conheci o Neto que tinha acabado de parar de jogar. Ele estava começando como comentarista, fez jogos freelancers, foi comentarista também do Mundial de Clubes de 2000. Na época, eu e um amigo jornalista, o Fabricio Bosio, escrevemos ‘Neto: O Eterno Xodó’, a biografia do Neto, e nessa resenha forte envolvendo família que tivemos nesse momento, eu criei um laço com ele muito grande”, relatou.

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