Mãe de Paulo Gustavo revela atitude que tomou para ficar perto dos netos

Déa Lúcia
Déa Lúcia quis ficar mais próxima dos netos (Imagem: Reprodução / Instagram)

Déa Lúcia, mãe de Paulo Gustavo, tomou uma decisão para ficar perto de seus netos, Gael e Romeu, frutos da relação do humorista com Thales Bretas. Em entrevista à colunista Patrícia Kogut, do jornal O Globo, ela revelou que deixou Niterói e foi morar no Rio de Janeiro:

“Eles são maravilhosos, lindos, minha razão de viver. Eu não dirijo porque tenho labirintite. Então, ficava difícil. Agora, estou no Leblon. Eles moram na Lagoa (com Thales Bretas, viúvo de Paulo). Eles vêm aqui toda terça e quinta para ficar comigo”.

Ao falar de Paulo, que morreu em maio deste ano, vítima de Covid-19, Déa confessou que a dor que sente pela perda do filho só piora:

“Não acalma. É cada dia pior. Cada vez sinto mais falta dele. Paulo Gustavo era um homem com h maiúsculo. Aquele homem com quem você sabia que podia contar. Um cara bondoso. Tinha o gênio dele, como todo mundo. Porque ninguém é perfeito. Ele faz muita falta, era um amigão. Virou mais tarde meu protetor. No final, ele era meu pai. Fazia tudo por mim, pela família, pelos amigos, pelo Brasil. Ele fez tudo o que você possa imaginar para ajudar o próximo”.

Vale lembrar que Déa Lúcia entrou na mira do PSL para um cargo político na eleição de 2022. Ela virou alvo de conversas de integrantes do partido do Rio de Janeiro, o mesmo que adotou o presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

Dirigentes do partido viram em Déa Lúcia uma arma poderosa para a eleição do ano que vem, segundo o jornal O Globo. Vale ressaltar que Paulo Gustavo foi um dos maiores críticos do bolsonarismo e uma das vítimas da Covid-19.

A cantora manifestou mais de uma vez que nunca se interessou por política e que seus comentários contundentes sobre a crise vivida no país serão feitos em suas redes sociais e não ao redor de políticos no Congresso Nacional.

Na última semana, Déa Lúcia recusou o convite da CPI da Covid para uma participação na última semana de depoimentos da comissão. “Não vou participar de jeito nenhum. Essa CPI virou uma CPI política, comandada por Renan Calheiros e Omar Aziz. Você acha que é séria e que vai dar em alguma coisa? Já estão em ano eleitoral”, avaliou em entrevista ao jornal.

“Não vou me prestar a isso. Vou fazer meus discursos no momento certo, nas minhas redes, e como fiz no Criança Esperança e no programa da Ana Maria (Braga). Me meter com política eu não vou”, reforçou.

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