Paolla Oliveira comemora chegada à final da Super Dança dos Famosos e faz promessa

Paolla Oliveira
Paolla Oliveira comemora chegada à final da Super Dança dos Famosos e faz promessa (Imagem: Reprodução / Gshow)

Paolla Oliveira já tinha vencido em 2009, mas voltou para a Super Dança dos Famosos buscando um novo título. Na semifinal ela quase gabaritou nas avaliações dos jurados técnicos e artísticos, e na final — contra Dandara Mariana e Rodrigo Simas — vai enfrentar a valsa e o samba neste domingo (29).

Em entrevista ao Gshow, a atriz já deu um spoiler do que os telespectadores podem esperar do samba, ao lado de seu professor, o Leandro Azevedo:

Tem um pouco de tudo! Vocês vão entender o que estou falando, tem samba de todos os jeitos e, mesmo assim, consegue ter uma pegada muito tradicional que tem a ver com a gafieira e com o que queremos passar, mas tem vários estilos. Também terá uma boa interpretação e uma boa historinha bem contada, que sempre cabe, né?”.

Paolla irradiou felicidade ao conseguir ir tão longe, mas pontuou que não imaginava que a disputa seria tão difícil, quando decidiu voltar à competição de dança:

Quando a gente aceita o convite, não sabe como vai ser, quais vão ser as dificuldades. Estou muito feliz, estou me sentindo carregando meus companheiros que já tiveram no quadro comigo. Estou vibrando muito de estar nessa final. Vai ser uma apresentação como as outras, os três vão estar com o sorrisão no rosto”.

A namorada de Diogo Nogueira explicou que a preparação para o último dia da Super Dança dos Famosos não exigiu nenhum esforço diferente, apenas muito empenho nos ensaios:

Não tem nenhuma preparação especial, mas tem muito treino, muito mesmo. Relaxar a cabeça só quando desmaia na cama. E pedir apoio da torcida sempre, que é um carinho especial, dá um gás. Minha torcida está sempre por perto e sei que eles vão estar na final comigo. Tem que controlar a ansiedade, tem que ir para a última etapa não como um fim, mas como um recomeço”.

Por fim, Paolla Oliveira lembrou de tudo que aprendeu em 2009 e contou que aprendizados consegue levar dessa época, na missão de levar mais outro troféu:

Tenho proximidade com o samba, esse ritmo contagiante, mas quem sabe sambar não significa que sabe automaticamente dançar gafieira. Aprendi isso a duras penas há 13 anos e estou apanhando agora de novo. A valsa é uma coisa linda! As duas são muito difíceis só que com cara de fácil e alegre. Diferente dos ritmos anteriores, que sabíamos que eram difíceis, brinco que a valsa e o samba são falsianes, se disfarçam de mais fáceis [risos]”.

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Matheus Henrique Menezes
Oficialmente redator desde 2017. Experiências como editor e social media. Já escrevi sobre famosos, TV, novelas, música, reality show, política e pauta LGBTI+. Vídeos complementares no YouTube, no canal Benzatheus.
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