Tuca Andrada cutuca mal-estar de Pazuello e cita grande desafio de Dilma Rousseff

Tuca Andrada
Em rede social, Tuca Andrada alfineta Eduardo Pazuello após mal-estar durante intervalo da CPI da Covid (Imagens: Reprodução – Globo / Montagem – RD1)

O ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello passou mal durante um intervalo da CPI da Covid na última quarta-feira (19). A sessão interrompida foi remanejada para quinta-feira (20). Tuca Andrada, opositor do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), cutucou o general e citou a ex-presidente Dilma Rousseff (PT).

O ator compartilhou a informação em sua rede social e ousou com um comentário sobre a suposta fraqueza do ex-auxiliar do governo e lembrou que a ex-presidente enfrentou algo parecido e não esmoreceu. “Só para lembrar que Dilma aguentou 13 horas de interrogatório e saiu de cabeça erguida“, recordou.

Pazuzu teve treinamento intensivo com o filho 01 (que sempre passa mal em debates) nas últimas 2 semanas“, debochou um internauta nos comentários da postagem. “Inchaço nos pés, se isso é passar mal, coitada das grávidas“, ironizou mais uma.

Os valentões que não aguentam pressão. Só sabem esbravejar nas redes sociais“, atacou um terceiro. “Olha o filho do presidente fazendo escola aí“, ironizou mais um se referindo ao senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), quando passou mal durante um debate na TV.

Eduardo Pazuello ficou dois dias na frente dos senadores da República. A última sessão terminou no início da noite. Parlamentares entenderam que o militar protegeu o presidente Bolsonaro em suas respostas sobre a crise de oxigênio em Manaus e a falta de vacinas.

“O senhor está aqui claramente protegendo uma pessoa: o presidente da República. Seria melhor o senhor colaborar mais diretamente com esta Comissão Parlamentar de Inquérito porque ficou claro aqui de quem foi a responsabilidade sobre toda essa tragédia que estamos vivendo”, afirmou o vice-presidente da comissão, Randolfe Rodrigues (Rede-AP).

Pazuello contou que a intervenção do governo federal durante a crise em Manaus não foi feita por decisão do governo, entenda-se o Presidente da República. “A intervenção não foi feita porque chegou-se à conclusão de que o governo do estado tinha condições de continuar à frente da saúde“, expôs o ex-ministro da Saúde.

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Paulo CarvalhoPaulo Carvalho
Paulo Carvalho acompanha o mundo da TV desde 2009. Radialista formado e jornalista por profissão, há cinco anos escreve para sites. Está no RD1 como repórter. Pode ser encontrado nas redes sociais no @pcsilvaTV ou pelo email paullocarvalho19@gmail.com.
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