Do Xou da Xuxa ao Cocoricó: 15 infantis que marcaram época

Xou da Xuxa, Castelo Rá-Tim-Bum e Cocoricó estão entre os infantis que marcaram época
Xou da Xuxa, Castelo Rá-Tim-Bum e Cocoricó estão entre os infantis que marcaram época (Imagens: Divulgação – Globo / TV Cultura | Montagem – RD1)

Hoje, 12 de outubro, é comemorado o Dia das Crianças. Para celebrar esta data, que tal relembrar alguns dos programas infantis que marcaram época?

Se hoje esse tipo de conteúdo perdeu espaço entre as emissoras abertas, vale a ressalva de que nem sempre foi assim. Em 70 anos, várias atrações permanecem na memória de diferentes gerações.

Assim sendo, o RD1 convida os leitores para uma viagem nostálgica, que se propõe a resgatar as melhores lembranças do seu tempo de baixinho. Organizamos a lista de infantis que marcaram época por emissora. Estão todos preparados?

Globo

1- Sítio do Pica-Pau Amarelo (1977 / 2001)

Registro do elenco da 1ª versão do Sítio do Pica-Pau amarelo na Globo (Imagem: Divulgação)

A série de livros de Monteiro Lobato foi adaptada para a televisão por diversas emissoras, como Tupi e Cultura. Mas as versões feitas pela Globo, em 1977 e 2001, foram as mais marcantes e estão entre os infantis que marcaram época.

A história acompanha o dia-a-dia de Dona Benta, seus netos – Pedrinho e Narizinho – e amigos, como Tia Anastácia. Acontece que nem todos os seres que habitam o local são humanos.

Além da malvada Cuca e do Saci Pererê, temos Emília. A boneca de pano desembesta a falar depois de tomar a pílula falante. Outro personagem marcante é o Visconde de Sabugosa, uma espiga de milho apaixonada por livros.

Assista ao primeiro episódio da versão de 1977:

2 – Balão Mágico (1983)

Em 1983, Balão Mágico migrou para a TV após sucesso de grupo musical (Imagem: Divulgação / Globo)

O programa nasceu a partir  do sucesso da banda A Turma do Balão Mágico. Em seus primeiros meses, a menina Simony dividia a cena com Fofão, um híbrido de homem, cachorro e ser intergaláctico.

Mas não demorou para que seus colegas de banda também migrassem para a televisão. Logo, ela ganharia a companhia de Toby, Mike e depois, Jairzinho.

Dicas de mágicas, artesanatos, brincadeiras e desenhos animados compunham a receita de sucesso do programa. Com a avassaladora repercussão das músicas, a participação de artistas em especiais tornou-se constante. Casos, por exemplo, de Roberto Carlos e Fábio Júnior.

Aumente o som e assista ao clipe oficial da música Superfantástico:

3 – Xou da Xuxa (1986)

O formato do Xou da Xuxa fez tanto sucesso que rompeu fronteiras (Imagem: Divulgação / Globo)

As crianças da década de 80 tinham mesmo motivo para ficarem vidradas ao olhar para o céu. Depois que o Balão Mágico fez seu último voo, uma nave espacial aterrissou nas manhãs da Globo.

O Xou da Xuxa marcou o início do reinado de Xuxa Meneghel. O formato fez tanto sucesso que rompeu fronteiras e está entre os infantis que marcaram época. A apresentadora seguiu carreira internacional, mas algumas emissoras apostaram em clones da loira de Santa Rosa, Caso do El Clan de Patsy, transmitido pela TV Argentina.

Vários momentos se tornaram marcantes, como a marquinha na mão ou na bochecha e a subida da nave. Para outras curiosidades sobre a atração, relembre a nossa coluna em homenagem aos 34 anos da estreia do Xou da Xuxa, publicada em junho.

Assista a um compilado de momentos nos quais Xuxa canta Doce Mel, o tema de abertura do Xou:

4 – TV Colosso (1993)

Globo
Priscila e JF, estrelas caninas da “TV Colosso” (Imagem: Nelson Di Rago / Globo)

Quando o Xou da Xuxa deixou a grade, entrou no ar a TV Colosso, uma emissora de TV comandada por cachorros. Permeadas por agilidade e bom humor, as histórias giravam em torno de 28 fantoches (25 cães e três pulgas), manipulados de maneira manual ou eletrônica.

Diversos de seus personagens permanecem até hoje na memória do público. É o caso de Priscila, uma charmosa sheepdog que sonhava com a fama. Por ser a produtora da emissora, vivia correndo de um lado para outro, fazendo a ligação entre todos os quadros.

Na lista de tipos marcantes, também merecem figurar os três Gilmares. Caíram nas graças do público o dono da estação, JF, e seu assistente, Capachão.

Como a proposta era reproduzir o dia-a-dia de uma emissora real, havia sátiras aos principais gêneros. Do Jornal Colossal às novelas mexicanas Pedigree e Os Filhos da Cadela, passando pelo Acredite Se Puder, programa que retratava os maiores absurdos da história.

Quer relembrar trechos da estreia do programa? Dê um play no vídeo abaixo:

5 – Caça-Talentos (1996)

Caça Talentos
Angélica como Fada Bela, em Caça Talentos; novela ficou dois anos no ar (Imagem: Divulgação / Globo)

Em sua estreia na Globo, além do tradicional Angel Mix, Angélica protagonizou o Caça-Talentos. A novela infantil permaneceu no ar por dois anos.

Na trama, a estrela deu vida à Bela. Ainda bebê, ela perde os pais em um acidente de trânsito e é encontrada pelas fadas Violeta (Bettina Viany) e Margarida (Marilú Bueno).

Ela cresce em um mundo mágico, mas ao descobrir sua verdadeira origem, tem a chance de fazer uma escolha. Para isso, Bela é transportada para o mundo real e consegue emprego na Caça-Talentos, agência na qual há um portal entre os dois universos.

Atrapalhada, a fada vive muitas aventuras ao lado de seus novos amigos. No elenco, nomes como Ana Furtado, Cláudia Rodrigues, Helena Fernandes e Eduardo Galvão. Caça-Talentos está entre os infantis que marcaram época.

Assista a um clipe de Angélica cantando Dança da Fadinha e veja se você lembra a coreografia:

SBT

6 – Bozo (1980 / 2013)

O sucesso de Bozo atraiu a atenção de Silvio Santos; palhaço permaneceu onze anos no ar ao lado de amigos, como a Vovó Mafalda (Imagem: Divulgação / SBT)

Empolgado com o sucesso do personagem no exterior, Silvio Santos decide produzir uma versão brasileira de Bozo. Em setembro de 1980, o programa estreia com transmissão pela TVS – precursora do SBT – no Rio e Record em São Paulo.

Ao longo dos onze anos em que a atração permaneceu no ar, alguns atores se revezaram na pele do personagem. Casos de Vandeko Pipoka, Arlindo Barreto, Décio Roberto e Luís Ricardo. A lenda diz que Silvio chegou a cogitar a possibilidade de ele mesmo interpretar Bozo, mas foi convencido do contrário.

O protagonista tinha a companhia de outros amigos. Faziam parte da sua trupe os também inesquecíveis Vovó Mafalda, Kuki, Papai Papudo, Bozolina e professor Salsi.

No palco, ele fazia brincadeiras, lia cartas dos telespectadores e participava de encenações com toda a trupe. O sucesso da Bozomania foi tão grande que o programa chegou a ter duas exibições diárias. Em 2013, o SBT retomou a atração, aos sábados, por um curto período de tempo.

Alô, criançada! Quer matar a saudade de ver o Bozo chegando? Aperte o play:

7 – Show Maravilha (1987)

Mara Maravilha no Show Maravilha
Mara Maravilha à frente do Show Maravilha, no SBT; baiana já havia comandado infantis em seu estado (Imagem: Reprodução / Mara Maravilha)

Em 1987, o Homem do Baú decide convocar Mara Maravilha – que já apresentava infantis na Bahia, seu estado natal – para comandar um formato semelhante ao Xou da Xuxa, que àquela altura, já fazia um sucesso estrondoso.

Nascia, então, o Show Maravilha, que, em seus primeiros anos, foi exibido no período da tarde. O programa substituiu a segunda edição de Bozo.

A dinâmica era parecida com a do programa da Globo. Mara conduzia brincadeiras com as crianças, recebia convidados e cantava suas músicas. No palco, ela tinha a companhia das Maravilhas e dos Marotos.

Tudo isso permeado por desenhos como Cavalo de Fogo e Os Ursinhos Carinhosos. Diante do seu sucesso, o Show Maravilha acabou realocado para as manhãs.

Para lembrar essa época maravilhosa, assista ao vídeo:

8 – Bom Dia & Companhia (1993)

Yudi e Priscila estão entre as crianças que já apresentaram o Bom Dia & Companhia; programa permanece no ar (Imagem: Divulgação / SBT)

Nesta celebração ao 12 de outubro, também não poderia faltar o Bom Dia & Companhia. Entre os infantis que marcaram época, é o único que permanece no ar até hoje.

A atração foi concebida por Nilton Travesso especialmente para Eliana, que até então, estava relegada a chamar desenhos na Sessão Desenho. Apostando em uma proposta educativa, ela tinha a companhia de personagens como Melocoton.

Quando a apresentadora se transferiu para a Record, Jackeline Petkovic foi convidada a assumir o Bom Dia. No início, não houve mudanças, mas gradativamente foram apresentadas novidades.

A ex-Fantasia também deixou o programa cinco anos depois. Começava então a era das crianças apresentadoras (Jéssica e Kauê, Priscila e Yudi, Maísa e elenco de Carrossel), que só teve fim com a efetivação de Silvia Abravanel.

Veja trechos do primeiro e do último programa apresentado por Jackeline Petkovic:

9 – Disney Club / Disney Cruj (1997)

Disney Club
No Disney Club, ultrajovens faziam transmissão pirata; na foto, elenco posa com Xaropinho (Imagem: Divulgação / SBT)

Muito antes do Mundo Disney, o SBT já havia feito uma parceria com o estúdio que criou o Mickey Mouse.  No final da década de 1990, entrava no ar o Disney Club (que depois se tornou Disney Cruj). Um dos únicos infantis que marcaram época exibido no horário nobre.

Disney Club acompanhava o cotidiano de três crianças – os irmãos  Juca (Diego Ramiro) e Guelé (Leonardo Monteiro) e o amigo Macarrão (Caíque Benigno) –  que realizavam uma transmissão “pirata” e invadiam a programação do SBT. Tudo acontecia em um sótão abandonado.

Os ultrajovens – como gostavam de ser chamados – fundaram o Comitê Revolucionário Ultrajovem (CRUJ). Lá, os integrantes podiam desabafar sobre a sua relação com os pós-ultrajovens e ultravelhos (codinome para adultos e idosos). Também era possível fazer reivindicações.

No cardápio de atrações, não poderiam faltar os desenhos Disney. Destaque para Timão e Pumba, DuckTales e A Pequena Sereia, entre vários outros.

Assista a um trecho de uma transmissão da TV Cruj:

Record

10 – Eliana & Alegria (1998)

Eliana & Alegria manteve o caráter educativo, mas ganhou plateia e apostou em desenhos (Imagem: Divulgação / Record)

Há exatos 22 anos, em 12 de outubro de 1998, Eliana fazia sua estreia na Record. Naquele dia, o Eliana & Alegria ia ao ar pela primeira vez.

Apesar dos novos personagens, como o Nhoc ou a Família Alegria, no início, o programa era bastante semelhante à antiga atração do SBT. Além deles, a apresentadora ganha a companhia de Chiquinho, interpretado por Edilson Oliveira.

O assistente fazia reportagens externas e participava de esquetes de comédia. Quando o programa ganhou plateia, também ajudava a coordenar as brincadeiras. Ele ainda gravou algumas músicas com Eliana, como “Comer, Comer” e “Brincar com Chiquinho”.

Em 1999, o Eliana & Alegria passou a ter a maior parte de suas edições transmitidos ao vivo. Em uma época em que a concorrência entre os infantis era bastante acirrada, o desenho Pokémon se transformou em uma das principais armas da atração.

Relembre Eliana cantando Dona Felicidade na abertura de uma das edições ao vivo:

TV Cultura

11- Rá-Tim-Bum (1990)

Rá-Tim-Bum possuía quadros independentes, estrelados por atores ou bonecos, sem linguagem tatibitate (Imagem: Divulgação / TV Cultura)

Criação de Flávio de Souza, Rá-Tim-Bum tinha como público-alvo crianças de três a sete anos, em fase de pré-alfabetização. O programa inovou ao fugir da linguagem tatibitate para trazer ensinamentos sobre história, ecologia, português, matemática e cidadania.

Cada episódio era construído por uma sequência de quadros independentes, que não possuíam ligação entre si. Um dos mais marcantes era o Senta Que Lá Vem História, na qual fábulas eram contadas com a ajuda de objetos do cotidiano. Valia usar uma escova, um copo, entre outros.

Do elenco, faziam parte nomes conhecidos do grande público, como Carlos Moreno. Marcelo Tas, por sua vez, encarnava o professor Tibúrcio, o responsável por explicar alguns conceitos às crianças. Além dos atores, alguns quadros eram protagonizados por bonecos.

Foram produzidos episódios inéditos entre 1990 e 1994. Mas, após esse período, houve várias reprises na própria TV Cultura, TVE e também na TV Rá-Tim-Bum.

Reveja a íntegra de um episódio:

12 – Mundo da Lua (1991)

Gravador de Lucas Silva e Silva é o passaporte para que ele exercite sua imaginação (Imagem Reprodução / TV Cultura)

“Alô, alô, planeta Terra chamando, planeta Terra chamando, essa é mais uma edição do diário de Bordo de Lucas Silva e Silva, falando diretamente do Mundo da Lua onde tudo é possível”. Era assim que Lucas Silva e Silva sempre iniciava suas gravações.

O personagem de Luciano Amaral fazia parte de uma típica família de classe média. Ao ganhar um gravador de presente do avô, o menino começa a fazer registros do seu cotidiano. Mas os fatos são apresentados como Lucas gostaria que eles tivessem acontecido.

O avô, aliás, torna-se um grande incentivador das aventuras imaginárias do garoto. Na pele de Orlando, o viúvo que adorava construir coisas, Gianfrancesco Guarnieri, que assim como Antônio Fagundes, obteve liberação da Globo para fazer parte do elenco de Mundo da Lua.

Além do pai e do avô, Lucas também convivia com a irmã – que adorava implicar com ele – e a mãe. A empregada, por sua vez, adorava conversar com o radialista.

Quer saber como essa história começou? Mate as saudades do episódio de estreia:

13 – Glub Glub (1991)

Glub Glub marcou época na Cultura (Imagem: Divulgação / TV Cultura)

Uma televisão cai, acidentalmente, no fundo do mar. O aparelho passa, então, a ser alimentado pela energia gerada por um peixe elétrico. Está criado o canal de comunicação entre os seres aquáticos e o resto do mundo.

Nascia assim, o Glub Glub, um dos infantis que marcaram época. No programa, os peixes Glub e Glub, interpretados por Carlos Mariano e Gisela Arantes – apresentavam um pouco da vida marinha aos pequenos telespectadores. Depois, eles ganhariam a companhia da carangueja Carol.

Em paralelo às situações apresentadas, os personagens assistiam aos desenhos do programa. O custo de produção era baixo, já que o Glub Glub era todo feito em chroma Key, tecnologia em que as imagens e cenários são inseridos virtualmente.

A versão original do programa permaneceu no ar entre 1991 e 1999. Em 2006, uma nova temporada foi produzida, com os mesmos atores.

Mergulhe de volta ao fundo do mar e prepare-se para o reencontro com os peixinhos Glub:

14 – Castelo Rá-Tim-Bum (1994)

Nino faz amizade com três crianças após atraí-los para o Castelo Rá-Tim-Bum (Imagem: Divulgação / TV Cultura)

Uma das mais bem-sucedidas séries infantis brasileiras, Castelo Rá-Tim-Bum conta a história de Nino (Cássio Scapin), um garoto bruxo de 300 anos, que vive em um castelo com os tios, os feiticeiros Dr. Victor (Sérgio Mamberti) e Morgana (Rosi Campos).

Por conta da idade, ele nunca frequentou a escola. Um dia, para acabar com a sua solidão, lança mão de um feitiço para atrair três crianças humanas à propriedade. O que começa com magia acaba se transformando em um amizade verdadeira.

Junto com Pedro (Luciano Amaral), Biba (Cíntia Raquel) e Zequinha (Fredy Alan), Nino vive muitas aventuras. Os quatro também vão unir forças para frustrar os planos do Dr. Abobrinha (Paschoal da Conceição), que cobiça derrubar o castelo para construir um prédio.

As histórias de cada episódio eram costuradas por quadros fixos. Morgana (Rosi Campos) recordava fatos marcantes da história das civilizações, enquanto os gêmeos Tíbio e Perônio demonstravam princípios científicos. Havia também o clássico momento do ratinho tomando banho, para lembrar as crianças de manter a higiene em dia.

Relembre uma conversa entre Morgana e Adelaide:

15 – Cocoricó (1996)

Cocoricó mostrava as aventuras do garoto Júlio na fazenda (Imagem: Divulgação / TV Cultura)

“Puxa, puxa que puxa!”. Para finalizar a nossa lista de infantis que marcaram época, não poderia faltar Cocoricó. O seriado conta a história de Júlio, um menino da cidade que vê sua vida se transformar ao receber o convite para passar as férias na fazenda dos avós.

O estranhamento inicial logo se transforma em encantamento. Afinal, na fazenda, tudo era um pouco diferente: os animais são capazes de falar, cantar e até dançar. E é claro, se meter em muitas confusões.

Entre seus companheiros de aventura estão a vaca Mimosa, o cavalo caipira Alípio, as galinhas Lilica, Lola e Zazá, o convencido papagaio Caco, a índia espertalhona Oriba e o morcego pessimista Toquinho. Todos se unem contra os atrapalhados vilões Dito e Feito.

No decorrer das temporadas, outros personagens da cidade chegam à fazenda. É o caso de João – primo de Júlio – e sua família. O sucesso foi tão grande que inspirou duas outras atrações: Cocoricó na Cidade e TV Cocoricó. O querido personagem expandiu seus domínios e ganhou um canal no YouTube.

Quer reencontrar os animais da fazenda? Dê o play!

Lembra de outros infantis que marcaram época?

Por uma questão de espaço, vamos encerrar nossa lista de infantis que marcaram época por aqui. Mas sabemos que inúmeros outros programas, como o Clube da Criança, da TV Manchete – que revelou Xuxa e Angélica – mereceriam estar aqui. Também é justa a nossa lembrança ao nome de Sérgio Mallandro, que comandou infantis no SBT e na Globo.

Mas abrimos espaço para que você se manifeste. Sentiu falta de alguma atração? Deixe seus comentários nas redes sociais do RD1. Feliz Dia das Crianças, independente da idade que você tenha!

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Piero Vergílio é jornalista profissional desde 2006. Já trabalhou em revistas de entretenimento no interior de SP e teve passagens pelo próprio RD1. Em tempos de redes sociais, criou um perfil (@jornalistavetv) para comentar TV pelo Twitter e interagir com outros fãs do veículo. Agora, volta ao RD1 com a missão de publicar novidades sobre a programação sem o limite de 280 caracteres.
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