Rubens Ewald Filho
Roteirista, jornalista e crítico de cinema, Rubens Ewald Filho morreu nesta quarta-feira (19), aos 74 anos (Imagem: Reprodução / Facebook)

Morreu nesta quarta-feira (19), aos 74 anos, o crítico de cinema, jornalista e roteirista Rubens Ewald Filho. Ele estava internado, em estado grave, desde o último dia 23, quando sofreu um desmaio seguido de queda; segundo informações da revista “Veja”, o incidente se deu por conta de uma arritmia cardíaca.

Rubens Ewald Filho ganhou notoriedade como crítico de cinema; era, talvez, o mais conhecido comentarista das transmissões do Oscar, tendo participado de coberturas na Globo, no SBT e em canais fechados. A paixão pela sétima arte surgiu na infância, quando se habituou a anotar todos os filmes que via em um caderno, bem com a ficha técnica dos longas-metragens – diretor, roteirista, elenco e etc.

Começou a carreira como jornalista em publicações de sua cidade-natal, Santos, litoral de São Paulo. Passou por jornais como “Jornal da Tarde” e “O Estado de São Paulo”. Na década de 1970, ingressou no cinema como ator, depois autor e, por fim, assinando o “Dicionário de Cineastas”, livro que se tornou referência para os fãs de filmes; Rubens chegou a atingir a marca de 35.000 produções assistidas.

Também escreveu novelas. A primeira, “Éramos Seis” (1977), baseada na obra de Maria José Dupré e em parceria com Silvio de Abreu, ganhará remake na Globo no segundo semestre. Respondeu ainda por “Gina” (1978) e “Um homem muito especial” (1980), além de “teleromances” produzidos pela Cultura em 1982 – “O Pátio das Donzelas”, “Casa de Pensão” e “Iaiá Garcia”.

Rubens Ewald Filho também dirigiu peças de teatro. Apresentou programas na Record, na Cultura, na Band e no TNT, além de ter coordenado a programação e produção da HBO no Brasil.

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